ENFERMAGEM HUMANIZADA: REPERCUSSÕES NA EVOLUÇÃO CLÍNICA E NO BEM-ESTAR DO PACIENTE

Autores

  • Vinícius Pereira de Souza UNIPLAN
  • Marcieide Alves da Silva UNIPLAN
  • Márcia Barros Rêgo UNIPLAN
  • José Henrique Santana Gonçalves UNIPLAN
  • Daniel Willian de Oliveira Castro UNIPLAN
  • Halline Cardoso Jurema UNIPLAN https://orcid.org/0000-0001-9865-3285

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.25684

Palavras-chave:

Enfermagem. Humanização da Assistência. Evolução Clínica. Bem-estar do Paciente.

Resumo

Esta revisão integrativa analisou a enfermagem humanizada e suas repercussões na evolução clínica e no bem-estar do paciente em diferentes cenários assistenciais. Partiu-se do entendimento de que práticas centradas na pessoa, comunicação, manejo de sintomas e suporte emocional articulam experiências e desfechos clínicos, dependendo de condições organizacionais e de formação. Diante do exposto, este estudo analisou práticas de humanização em enfermagem, avaliou efeitos clínicos e psicossociais e discutiu barreiras e estratégias de implementação. A revisão foi realizada em seis etapas, guiada por pergunta norteadora pela estratégia PICo; busca na BVS (LILACS, MEDLINE e BDENF), 2015–2025, texto completo e humanos, combinando descritores DeCS/MeSH com operador AND; triagem PRISMA, extração e avaliação pelo JBI; síntese por cenário e desfecho. Os ensaios e estudos comparativos mostraram redução de ansiedade e depressão, melhora de qualidade de vida e satisfação, diminuição de complicações perioperatórias, melhor preservação nutricional em quimioterapia e benefícios neonatais (queda da bilirrubina, menos fototerapia, maior saturação de oxigênio). Intervenções como contato pele a pele pós-cesárea, planos perioperatórios com controle multimodal da dor, apoio psicológico estruturado e programas de enfermagem narrativa em UTI com efetividade sem incremento de eventos adversos. Pesquisas de percepção indicaram avaliação favorável, com lacunas na abertura para comunicação. A enfermagem humanizada associa-se a ganhos clínicos e psicossociais e pode ser incorporada a protocolos assistenciais por meio de microintervenções, desde que sustentada por governança, educação permanente e organização do trabalho orientada à comunicação e decisão compartilhada.

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Biografia do Autor

Vinícius Pereira de Souza, UNIPLAN

Graduando do curso de Enfermagem, Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN).

Marcieide Alves da Silva, UNIPLAN

Graduanda do curso de Enfermagem, Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN).

Márcia Barros Rêgo, UNIPLAN

Graduanda do curso de Enfermagem, Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN).

José Henrique Santana Gonçalves, UNIPLAN

Graduando do curso de Enfermagem, Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN).

Daniel Willian de Oliveira Castro, UNIPLAN

Graduando do curso de Enfermagem, Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN).

Halline Cardoso Jurema, UNIPLAN

Enfermeira pela Universidade de Gurupi (UnirG), Mestre em Biotecnologia pela Universidade Federal do Tocantins (UFT), Orientadora do curso de Enfermagem do Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN).

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Publicado

2026-05-14

Como Citar

Pereira de Souza, V., Alves da Silva, M., Barros Rêgo, M., Santana Gonçalves, J. H., de Oliveira Castro, D. W., & Cardoso Jurema, H. (2026). ENFERMAGEM HUMANIZADA: REPERCUSSÕES NA EVOLUÇÃO CLÍNICA E NO BEM-ESTAR DO PACIENTE. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(5), 1–21. https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.25684