SAÚDE MENTAL E BEM VIVER: DIÁLOGOS DA PSICOLOGIA COM POVOS ORIGINÁRIOS NO BRASIL
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25526Palavras-chave:
Saúde mental indígena. Bem Viver. Psicologia intercultural. Povos originários.Resumo
A visão ocidental de saúde, difere-se da filosofia do Bem Viver dos povos originários no Brasil, diante disto, o estudo tem como objetivo revisar a literatura científica sobre as intersecções entre saúde mental, Psicologia e a filosofia do Bem Viver no contexto indígena, buscando compreender como esses sistemas de conhecimento podem contribuir para práticas psicológicas. Para isto, utilizou-se como metodologia a revisão de literatura de narrativa, nas bases de dados PePSIC, BVS Psicologia, LILACS, CAPES e SciELO, entre o ano de 2020-2025. Os resultados apontam a filosofia do Bem Viver, intimamente ligada à harmonia entre corpo, território, ancestralidade e comunidade. Quando essa lógica não é respeitada, o impacto na saúde mental são: depressão, ansiedade, suicídio e luto por perda territorial, impactos ambientais e das rupturas comunitárias. O psicólogo irá atuar para favorecer processos de reconstrução comunitária, integração espiritual e reconexão com o território. Conclui-se que o psicológico ao compreender o conceito de Bem Viver, promove saúde mental e o fortalecimento das identidades coletivas dos povos indígenas.
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