METODOLOGIAS ATIVAS E INCLUSÃO: UM ESTUDO SOBRE O PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE CRIANÇAS NEURODIVERGENTES
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25409Palavras-chave:
Metodologias Ativas. Educação Inclusiva. Aprendizagem.Resumo
A educação contemporânea tem sido marcada por transformações significativas relacionadas à ampliação do acesso escolar e à valorização da diversidade presente nos ambientes educacionais, havendo desafios na inclusão de estudantes neurodivergentes. O presente artigo tem como objetivo analisar de que maneira as metodologias ativas podem contribuir para o processo de ensino e aprendizagem de crianças neurodivergentes no contexto da educação inclusiva. A pesquisa caracteriza-se como qualitativa, de natureza descritiva e bibliográfica, fundamentada na análise de obras de referência nas áreas da educação, psicologia, neurociências e neuropsicopedagogia. O estudo dialoga com autores como Piaget, Vygotsky, Moran, Bacich, Mantoan e Rotta, buscando compreender como estratégias pedagógicas centradas no estudante podem favorecer o desenvolvimento cognitivo, social e emocional de crianças que apresentam diferentes perfis neurológicos, como TEA, TDAH, dislexia e outras dificuldades de aprendizagem. Os resultados indicam que metodologias ativas, como aprendizagem baseada em projetos, aprendizagem colaborativa e sala de aula invertida, favorecem ambientes educacionais mais inclusivos, pois estimulam a participação ativa dos estudantes, respeitam diferentes ritmos de aprendizagem e promovem maior autonomia no processo educativo. Conclui-se que a adoção dessas estratégias pedagógicas pode contribuir significativamente para a construção de práticas educacionais mais inclusivas, ampliando as possibilidades de aprendizagem de estudantes neurodivergentes.
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