ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA DA DOENÇA DE CHAGAS AGUDA NO ESTADO DO TOCANTINS, 2014–2024
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.25327Palavras-chave:
Doença de Chagas Aguda. Epidemiologia. Tocantins. Vigilância em Saúde. Transmissão Oral; Saúde Pública.Resumo
A Doença de Chagas Aguda configura-se como um importante problema de saúde pública no Brasil, especialmente na região Norte. O presente estudo teve como objetivo analisar o perfil epidemiológico dos casos confirmados de Doença de Chagas Aguda no estado do Tocantins, no período de 2014 a 2024. Trata-se de uma pesquisa epidemiológica, observacional, descritiva e de abordagem quantitativa, baseada em dados secundários obtidos no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), por meio do DATASUS. Foram analisadas variáveis temporais, sociodemográficas e clínico-epidemiológicas. No período estudado, foram registrados 36 casos confirmados, com maior concentração em 2018 (44,4%). Observou-se predominância do sexo feminino (55,6%) e maior frequência na faixa etária de 50 a 59 anos (25%). A transmissão oral foi a principal via de infecção (69,44%), seguida da vetorial (16,67%). A maioria dos casos foi confirmada por critério laboratorial (86,11%), com evolução clínica favorável em 97,22% dos casos. Quanto ao tratamento, 83,33% dos pacientes receberam terapia antiparasitária. Os achados evidenciam padrões semelhantes aos observados na região Norte, destacando a importância da vigilância epidemiológica, do diagnóstico precoce e das estratégias de prevenção para o controle da doença no estado.
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