O USO DE DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS NAS ESCOLAS: ENTRE A PERMISSÃO E A PROIBIÇÃO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25146Palavras-chave:
Tecnologia educacional. Adolescência. Políticas educacionais.Resumo
O artigo examina o uso de dispositivos eletrônicos por jovens, com foco no contexto escolar dos Estados Unidos, destacando sua expansão quase universal entre adolescentes. Analisa-se a ambiguidade dessas tecnologias: por um lado, ampliam o acesso à informação, favorecem metodologias ativas, personalizam o ensino e desenvolvem habilidades digitais essenciais ao mercado de trabalho contemporâneo. Fundamentado em teorias como o construtivismo e a aprendizagem colaborativa, o texto sustenta que os dispositivos podem aumentar o engajamento e a autonomia discente. Por outro lado, o estudo evidencia riscos associados ao uso excessivo, incluindo impactos negativos na saúde mental (ansiedade, depressão), distúrbios do sono, sedentarismo, prejuízos à socialização presencial e queda no desempenho acadêmico. Também aborda questões de privacidade, segurança digital e desigualdade de acesso, que podem aprofundar disparidades educacionais. Conclui-se que a integração tecnológica é inevitável, mas exige políticas educacionais equilibradas, regulamentações adequadas e educação digital crítica, a fim de conciliar inovação pedagógica e bem-estar integral dos estudantes.
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