ENVELHECIMENTO E ETARISMO: A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE E DOS PAPÉIS GERACIONAIS NA CONTEMPORANEIDADE
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.24812Palavras-chave:
Envelhecimento. Identidade. Etarismo. Saúde Coletiva. Políticas Públicas.Resumo
Este artigo examina o envelhecimento embasado na sociologia da identidade e do reconhecimento, conectando as ideias de autores das ciências humanas e sociais com a discussão sobre preconceito de idade (etarismo) e estigma. O atual aumento da população idosa no mundo traz questões importantes para as ciências sociais e saúde pública, principalmente na construção de como as pessoas constroem suas identidades, aos papéis que as diferentes gerações desempenham e ao reconhecimento social dos idosos. Acreditamos que envelhecer não é apenas um processo biológico, mas uma experiência social marcada por relações de poder, regras sociais e leis que impactam diretamente com a saúde mental e o acesso aos direitos. Trata-se de estudo teórico-analítico,com base em revisão crítica da literatura sociológica e de documentos normativos das políticas públicas brasileiras, como o Sistema Único de Saúde (SUS), a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (PNSPI) e a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Argumentamos que o preconceito de idade funciona como um tipo de estigma, causando invisibilidade, dificuldades e sofrimento emocional. Concluímos que investir em políticas públicas integradas, a dignidade, é essencial para cuidar da saúde dos idosos de forma completa.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Categorias
Licença
Atribuição CC BY