DOENÇA HEMORROIDÁRIA: AVALIAÇÃO DA EFETIVIDADE, RECORRÊNCIA E COMPLICAÇÕES DA TERAPIA CLÍNICA, LIGADURA ELÁSTICA, ESCLEROTERAPIA E TÉCNICAS CIRÚRGICAS CONVENCIONAIS E GRAMPEADAS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.24609Palavras-chave:
Hemorroidas. Hemorroidectomia. Ligadura Elástica. Procedimento para Hemorroidas Prolapsadas. Recorrência.Resumo
Objetivo: Avaliar a efetividade, taxas de recorrência e complicações das principais modalidades terapêuticas da doença hemorroidária (DH). Métodos: Revisão integrativa da literatura realizada nas bases PubMed, SciELO e BVS, abrangendo o período de 2020 a 2026. A busca utilizou descritores controlados (DeCS/MeSH) e resultou na seleção de 58 referências para análise crítica. Resultados: A terapia clínica e métodos ambulatoriais (ligadura elástica e escleroterapia) apresentam alta eficácia (até 90%) para os graus I e II, embora com recidivas superiores à cirurgia. A hemorroidectomia convencional permanece o padrão-ouro para o grau IV devido à menor taxa de recorrência (<5% em 10 anos), apesar da dor pós-operatória intensa. Técnicas grampeadas (PPH) e tecnologias de energia reduzem o desconforto imediato e o tempo de recuperação, mas estão associadas a maiores riscos de recidiva do prolapso e complicações funcionais específicas. Conclusão: Não existe uma técnica universalmente superior; o sucesso terapêutico depende da "alfaiataria cirúrgica", individualizando a conduta conforme o grau da doença, as expectativas do paciente e a habilidade do cirurgião para minimizar impactos na fisiologia anorretal.
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