A (IM)POSSIBILIDADE DO RECONHECIMENTO DAS UNIÕES ESTÁVEIS PARALELAS À LUZ DOS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS DO DIREITO DE FAMÍLIA

Autores

  • Ingrid Pita de Castro Barbosa Marinho Universidade de Fortaleza

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.24591

Palavras-chave:

Recurso Extraordinário Nº 1045273/SE. Princípios Constitucionais. Direito de Família. Uniões Estáveis Paralelas. Entidades familiares.

Resumo

A Constituição de 1988 reconfigurou o direito de família no Brasil, introduzindo importantes princípios orientadores desse ramo do direito. Este artigo aborda a questão da (im)possibilidade jurídica do reconhecimento de uniões estáveis ​​paralelas por meio de uma análise principiológica do direito de família. A metodologia empregada é a pesquisa qualitativa, com base em estudos bibliográficos e jurisprudenciais sobre o assunto. O objetivo geral deste trabalho é analisar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) no Recurso Extraordinário Nº 1045273/SE com base os princípios constitucionais do direito de família. No decorrer do trabalho identificou-se que a Carta Magna trouxe novos princípios ao direito de família nacional, trazendo o novo conceito de família, sendo ela repersonalizada. Entretanto, averiguou-se que o julgamento do Recurso Extraordinário Nº 1045273/SE desrespeitou os princípios constitucionais do direito de família ao fixar a tese da impossibilidade de existência de uniões estáveis paralelas para fins previdenciários, pois, para que o STF contemplasse os princípios constitucionais do direito de família deveria ser reconhecida a possibilidade de concomitância de entidades familiares paralelas para fins de rateio de pensão por morte. 

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Biografia do Autor

Ingrid Pita de Castro Barbosa Marinho, Universidade de Fortaleza

Mestre em Direito Constitucional pela Universidade e Fortaleza.

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Publicado

2026-04-02

Como Citar

Marinho, I. P. de C. B. (2026). A (IM)POSSIBILIDADE DO RECONHECIMENTO DAS UNIÕES ESTÁVEIS PARALELAS À LUZ DOS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS DO DIREITO DE FAMÍLIA. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(4), 1–22. https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.24591