EXERCÍCIO FÍSICO E DEPRESSÃO NA ADOLESCÊNCIA: CONTRIBUIÇÕES DO TREINAMENTO RESISTIDO À SAÚDE MENTAL

Autores

  • Lírida Inês Viana dos Santos FASP
  • Kylvia Luciana Pereira Costa Universidade Federal de Campina Grande
  • Felipe Dantas de Lira UFCG
  • Cícera Rejane Tavares de Oliveira UNILEÃO
  • Georgy Xavier de Lima Souza Centro Universitário Estácio do Ceará
  • Maria Raquel Antunes Casimiro UFCG
  • Mirla Guimarães Linhares de Oliveira UECE
  • Janaine Chiara Oliveira Moraes UNIFSM
  • Tereza Raquel Fernandes Tôrres Gonçalves UFRN
  • Lucas de Aguiar Fagundes Serrano UFMT
  • Michael Douglas Sousa Leite UFCG
  • Wilma Kátia Trigueiro Bezerra UFCG
  • Francisco Lenival Alves do Carmo UniFIC

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.24411

Palavras-chave:

Adolescência, Exercício Físico, Saúde Mental

Resumo

Esse artigo buscou analisar as contribuições do treinamento resistido para o alívio de sintomas depressivos em adolescentes, identificando mecanismos fisiológicos e psicossociais e sintetizando evidências de eficácia dessa intervenção não farmacológica. Metodologicamente, realizou-se uma revisão integrativa da literatura, seguindo as etapas propostas por Mendes, Silveira e Galvão (2008): definição da questão norteadora, critérios de inclusão e exclusão, extração e avaliação crítica dos dados e síntese dos achados. As buscas abrangeram o período de 2005 a 2025 nas bases CAPES, BVS, SciELO e PubMed, utilizando os descritores Adolescents, Resistance Training e Depression combinados por AND, resultando na seleção final de 12 estudos revisados por pares. Os resultados indicaram que o treinamento resistido, aplicado isoladamente ou combinado a outras modalidades, reduz de forma significativa sintomas de depressão e ansiedade, com efeitos comparáveis a intervenções farmacológicas e psicoterápicas. Evidências apontaram aumento de neurotransmissores relacionados ao bem-estar, redução do cortisol, melhora da neuroplasticidade, do metabolismo e da composição corporal. No âmbito psicossocial, observou-se elevação da autoestima, maior engajamento social e adesão a hábitos saudáveis, especialmente em contextos coletivos supervisionados. Conclui-se que o treinamento resistido constitui estratégia segura e multidimensional para promoção da saúde mental na adolescência, recomendando-se sua incorporação em programas escolares e comunitários.

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Biografia do Autor

Lírida Inês Viana dos Santos, FASP

Bacharelado em Educação Física pela Faculdade São Francisco da Paraíba - FASP.

Kylvia Luciana Pereira Costa, Universidade Federal de Campina Grande

Mestra em Gestão e Sistema Agroindústrias (PPGGSA/UFCG). Professora da rede estadual da Paraíba.

Felipe Dantas de Lira, UFCG

Mestre em Gestão e Sistemas Agroindustriais (UFCG). Docente do Centro Universitário Santa Maria (UNIFSM).

Cícera Rejane Tavares de Oliveira, UNILEÃO

Doutoranda em Saúde da Família (RENASF/URCA). Docente do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (UNILEÃO).

Georgy Xavier de Lima Souza, Centro Universitário Estácio do Ceará

Mestre em Ensino na Saúde (UECE). Docente no Centro Universitário Estácio do Ceará.

Maria Raquel Antunes Casimiro, UFCG

Doutoranda em Engenharia e Gestão de Recursos Naturais (UFCG). Docente do Centro Universitário Santa Maria (UNIFSM).

Mirla Guimarães Linhares de Oliveira, UECE

Mestre em Ensino na Saúde (UECE).

Janaine Chiara Oliveira Moraes, UNIFSM

Doutora em Enfermagem pelo Programa Pós-graduação em Enfermagem da Universidade de Pernambuco. Docente do Centro Universitário Santa Maria (UNIFSM).  

Tereza Raquel Fernandes Tôrres Gonçalves, UFRN

Mestranda em Gestão e Inovação em Saúde (UFRN). Chefe da Unidade de Saúde no Hospital Universitário Júlio Bandeira (HUJB/EBSERH-UFCG).

Lucas de Aguiar Fagundes Serrano, UFMT

Graduação em Medicina (UFMT), Especialização em Psiquiatria pelo Hospital Israelita Albert Einstein.

Michael Douglas Sousa Leite, UFCG

Doutorando em Engenharia e Gestão de Recursos Naturais (UFCG).

Wilma Kátia Trigueiro Bezerra, UFCG

Mestra em Gestão e Sistema Agroindústrias (PPGGSA/UFCG).

Francisco Lenival Alves do Carmo, UniFIC

Enfermeiro. Docente na Faculdades Integradas do Ceará (UniFIC).

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Publicado

2026-03-11

Como Citar

Santos, L. I. V. dos, Costa, K. L. P., Lira, F. D. de, Oliveira, C. R. T. de, Souza, G. X. de L., Casimiro, M. R. A., … Carmo, F. L. A. do. (2026). EXERCÍCIO FÍSICO E DEPRESSÃO NA ADOLESCÊNCIA: CONTRIBUIÇÕES DO TREINAMENTO RESISTIDO À SAÚDE MENTAL. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(3). https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.24411