REFLEXÕES SOBRE O FUNCIONALISMO E A FORMAÇÃO EM ENFERMAGEM
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24172Palavras-chave:
Formação em saúde. Funcionalismo. Educação em Saúde. Sociologia. Saúde coletiva.Resumo
A compreensão das dinâmicas sociais que atravessam a saúde e a enfermagem exige uma análise crítica das bases sociológicas que estruturam essas práticas. O funcionalismo, ao conceber a sociedade como um sistema integrado, influenciou a organização dos serviços de saúde e a formação em enfermagem, consolidando o modelo biomédico normativo e a visão da doença como desvio da ordem social. Nesse contexto, a prática médica e o ambiente hospitalar assumem centralidade, repercutindo no currículo e nas práticas assistenciais. Este estudo tem como objetivo analisar a formação profissional em saúde sob a ótica funcionalista, discutindo contribuições, limites e desafios atuais. Trata-se de um referencial teórico fundamentado em revisão e análise crítica a partir de autores clássicos, como Durkheim e Parsons, e da saúde coletiva brasileira, especialmente Minayo. Conclui-se que, apesar de influente, o funcionalismo torna-se insuficiente frente às demandas contemporâneas, exigindo abordagens críticas, integradoras e centradas no território e no sujeito.
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