REFLEXÕES SOBRE O FUNCIONALISMO E A FORMAÇÃO EM ENFERMAGEM

Autores

  • Odair Bonacina Aruda Universidade Federal da Fronteira Sul
  • Mateus Dall Agnol UFFS
  • Juliana Hirt Batista UFFS
  • Maíra Rossetto UFFS
  • Vander Monteiro da Conceição UFFS
  • Jane Kelly Oliveira Friestino UFFS
  • Julia Valeria de Oliveira Vargas Bitencourt UFFS

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24172

Palavras-chave:

Formação em saúde. Funcionalismo. Educação em Saúde. Sociologia. Saúde coletiva.

Resumo

A compreensão das dinâmicas sociais que atravessam a saúde e a enfermagem exige uma análise crítica das bases sociológicas que estruturam essas práticas. O funcionalismo, ao conceber a sociedade como um sistema integrado, influenciou a organização dos serviços de saúde e a formação em enfermagem, consolidando o modelo biomédico normativo e a visão da doença como desvio da ordem social. Nesse contexto, a prática médica e o ambiente hospitalar assumem centralidade, repercutindo no currículo e nas práticas assistenciais. Este estudo tem como objetivo analisar a formação profissional em saúde sob a ótica funcionalista, discutindo contribuições, limites e desafios atuais. Trata-se de um referencial teórico fundamentado em revisão e análise crítica a partir de autores clássicos, como Durkheim e Parsons, e da saúde coletiva brasileira, especialmente Minayo. Conclui-se que, apesar de influente, o funcionalismo torna-se insuficiente frente às demandas contemporâneas, exigindo abordagens críticas, integradoras e centradas no território e no sujeito.

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Biografia do Autor

Odair Bonacina Aruda, Universidade Federal da Fronteira Sul

Enfermeiro. Especialista em Unidade de Terapia Intensiva. Mestrando em Enfermagem pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGEnf) da Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS.

Mateus Dall Agnol, UFFS

Enfermeiro. Especialista em Urgência e Emergência. Mestrando em Enfermagem pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGEnf) da Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS.

Juliana Hirt Batista, UFFS

Enfermeira. Especialista em Oncologia. Mestranda em Enfermagem pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGEnf) da Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS.

Maíra Rossetto, UFFS

Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Professora Associada no curso de Medicina da Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS e permanente do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGEnf) da mesma instituição.

Vander Monteiro da Conceição, UFFS

Enfermeiro, orientador. Doutor em Enfermagem. Professor Associada no curso de Enfermagem da Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS e permanente do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGEnf) da mesma instituição.

Jane Kelly Oliveira Friestino, UFFS

Enfermeira, orientadora. Doutora em Saúde Coletiva. Professora Associada no curso de Medicina da Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS e permanente do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGEnf) da mesma instituição.

Julia Valeria de Oliveira Vargas Bitencourt, UFFS

Enfermeira, orientadora. Doutora em Enfermagem. Professor Associada no curso de Enfermagem da Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS e permanente do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGEnf)  da mesma instituição.

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Publicado

2026-02-12

Como Citar

Aruda, O. B., Agnol, M. D., Batista, J. H., Rossetto, M., Conceição, V. M. da, Friestino, J. K. O., & Bitencourt, J. V. de O. V. (2026). REFLEXÕES SOBRE O FUNCIONALISMO E A FORMAÇÃO EM ENFERMAGEM . Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(2), 1–9. https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24172