ÉTICA E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: DESAFIOS NA MEDICINA MODERNA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24109Palavras-chave:
Inteligência artificial. Sistemas Inteligentes. Bioética. Ética clínica.Resumo
A inteligência artificial (IA) na medicina levanta dilemas éticos relevantes, com impactos sobre a prática clínica, os direitos dos pacientes e os limites do uso tecnológico. Uma revisão integrativa da literatura foi realizada com base em 11 estudos publicados entre 2010 e 2025, extraídos da base PubMed, em português ou inglês, com acesso gratuito e relevância para a área da saúde. Os benefícios da IA incluem maior precisão diagnóstica, tratamentos personalizados e melhor gestão de dados. No entanto, surgem questões como a dependência tecnológica, perda de habilidades humanas, insegurança jurídica e disseminação de desinformação. A legislação vigente, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), busca oferecer diretrizes éticas e legais para o uso dessas tecnologias. Conclui-se que, apesar dos avanços proporcionados pela IA, sua adoção na medicina requer regulamentação criteriosa, senso crítico dos profissionais e preservação da autonomia médica e do cuidado centrado no paciente.
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