RASTREAMENTO E PREVALÊNCIA DA HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA EM ACADÊMICOS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24004Palavras-chave:
Hipertensão Arterial Sistêmica. Universitários. Enfermagem.Resumo
Esse artigo buscou analisar a hipertensão arterial sistêmica (HAS) no contexto universitário, considerando fatores de risco, conhecimentos e comportamentos relacionados à prevenção e ao autocuidado. Trata-se de um estudo exploratório e descritivo, de abordagem mista (quantitativa e qualitativa), realizado em uma universidade privada localizada em Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, com acadêmicos da área da saúde. A coleta de dados ocorreu por meio de questionário semiestruturado aplicado via Google Forms, contendo questões objetivas e discursivas. Participaram do estudo 35 universitários, após aplicação dos critérios de inclusão e exclusão. Os dados quantitativos foram analisados por meio de frequências e percentuais, enquanto as respostas qualitativas foram organizadas por aproximação temática. Os resultados evidenciaram predominância do sexo feminino, faixa etária jovem, elevada presença de histórico familiar de hipertensão arterial e diabetes mellitus, consumo social de bebidas alcoólicas e prática irregular de atividade física, além de baixa prevalência de diagnóstico prévio de HAS. Apesar disso, observou-se que os participantes demonstram conhecimento sobre a doença, suas complicações e a importância do diagnóstico precoce. Conclui-se que o ambiente universitário configura-se como espaço estratégico para ações de promoção da saúde, rastreamento e educação em saúde, destacando-se o papel da enfermagem na prevenção, no monitoramento contínuo e no incentivo à adoção de hábitos de vida saudáveis.
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