DO ISOLAMENTO À CONEXÃO: REFLEXÕES SOBRE O SUICÍDIO EM O PORCO-ESPINHO NA PERSPECTIVA DE CARL ROGERS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.23940Palavras-chave:
Suicídio. Psicologia Humanista. Abordagem Centrada na Pessoa.Resumo
O presente artigo analisa as representações do suicídio no filme O Porco Espinho (2009) com base na Abordagem Centrada na Pessoa (ACP) de Carl Rogers. O estudo teve como objetivo analisar como o suicídio é representado no filme O Porco Espinho e identificar, segundo a Abordagem Centrada na Pessoa, os fatores subjetivos que permeiam essa temática. A pesquisa, de natureza qualitativa, exploratória e descritiva, utilizou a análise fílmica de cenas selecionadas do filme com base em critérios temáticos relacionados à experiência subjetiva e às condições facilitadoras da ACP. Os resultados indicam que o isolamento afetivo e a ausência de reconhecimento contribuem para o agravamento do sofrimento, enquanto relações pautadas por empatia, aceitação positiva incondicional e congruência favorecem a abertura experiencial e ressignificação do sentido de vida. Observa-se que o vínculo estabelecido entre Paloma, Renée e Kakuro mobiliza transformações emocionais significativas, reduzindo o risco de autodestruição. Conclui-se que a ACP oferece subsídios importantes para a compreensão do sofrimento psíquico e que o cinema constitui um recurso potente para promover a sensibilização e reflexão no âmbito da psicologia.
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