ABORDAGEM DA DEFICIÊNCIA VISUAL NOS PROJETOS PEDAGÓGICOS INSTITUCIONAIS DAS UNIVERSIDADES FEDERAIS DE MINAS GERAIS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i1.23805Palavras-chave:
Acessibilidade. Ensino Superior. Inclusão.Resumo
Ao longo dos anos, diferentes paradigmas marcaram a Educação Especial (EE), cada um associado a períodos históricos e terminologias específicas. A análise desses paradigmas e seus termos permite identificar as políticas ou contextos históricos aos quais os documentos estão vinculados. Embora a EE seja predominantemente discutida nas políticas voltadas ao ensino básico, sua oferta também deve ser garantida no ensino superior, de acordo com as diretrizes inclusivas estabelecidas nas leis brasileiras. Essa obrigatoriedade deve ser apresentada nos documentos normativos das instituições de ensino, especialmente naqueles que orientam a prática pedagógica, como os Projetos Pedagógicos Institucionais (PPIs). Esses documentos devem estar alinhados à base legal vigente e ao paradigma atual da EE, centrado na inclusão. O objetivo do presente trabalho foi analisar a abordagem da deficiência visual nos Projetos Pedagógicos institucionais de 11 universidades federais do estado de Minas Gerais utilizando como método a análise documental, segundo Ludke e André (2018) e Holsti (1969) associada à análise de conteúdo segundo Bardin (2016). A pesquisa revelou uma necessidade urgente de aprimorar a abordagem da deficiência visual nos Projetos Pedagógicos das universidades. O estudo mostra que 30% dos PPIs analisados, apresentam linguagem desatualizada, com termos associados a paradigmas já superados da educação especial.
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