AVANÇOS NO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DO INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i1.23724Palavras-chave:
Infarto do Miocárdio. Nanotecnologia. Ressonância Magnética Cardíaca. Stress Oxidativo.Resumo
O Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) permanece como a principal causa de mortalidade global, apresentando uma fisiopatologia complexa que envolve aterosclerose, inflamação e stress oxidativo. Observa-se atualmente uma mudança no perfil epidemiológico, com aumento da incidência em pacientes jovens e novas variáveis introduzidas pela pandemia de COVID-19, além da necessidade de mitigar as lesões de isquemia-reperfusão. O objetivo foi analisar os avanços recentes no diagnóstico e nas estratégias terapêuticas emergentes para o tratamento do Infarto Agudo do Miocárdio. A metodologia baseou-se na revisão de literatura. A análise da literatura aponta para uma diversificação nas etiologias do IAM, especialmente em populações jovens (não ateroscleróticas), e destaca o papel central do stress oxidativo e do metabolismo do lactato na lesão tecidual. O diagnóstico tem sido aprimorado pelo uso de biomarcadores de alta sensibilidade e pela Ressonância Magnética Cardíaca (RMC). A integração de diagnósticos precisos com terapias adjuvantes inovadoras é fundamental para reduzir a mortalidade e as complicações a longo prazo, sendo necessária a realização de ensaios clínicos robustos para validar essas novas intervenções moleculares.
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