DESAFIOS DA ENFERMAGEM NA TRANSIÇÃO DO CUIDADO PALIATIVO EM CRIANÇAS COM ESTOMIA INTESTINAL DE ELIMINAÇÃO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v1i1.23608Palavras-chave:
Cuidado paliativo. Enfermagem. Estomia intestinal. Criança.Resumo
Introdução: A transição do cuidado paliativo em crianças com estomia intestinal de eliminação constitui um processo complexo, que envolve mudanças no plano assistencial, na dinâmica familiar e na atuação da equipe de enfermagem. Nesse contexto, o enfermeiro assume papel central no manejo da estomia, na comunicação com a criança e seus familiares e no suporte psicossocial, enfrentando desafios que impactam a continuidade e a qualidade do cuidado. Objetivo: Discutir os desafios da enfermagem na transição do cuidado paliativo em crianças com estomia intestinal de eliminação. Metodologia: Trata-se de uma revisão bibliográfica, de caráter descritivo, com abordagem qualitativa, realizada a partir da análise de produções científicas relacionadas aos cuidados paliativos pediátricos, estomias intestinais e atuação da enfermagem. Análise e discussão dos resultados: Os achados permitiram a construção de categorias temáticas que evidenciam dificuldades comunicacionais no processo de transição do cuidado, demandas assistenciais relacionadas ao manejo da estomia intestinal, impactos psicossociais vivenciados pelas crianças e seus familiares e a necessidade de estratégias de apoio ao profissional de enfermagem diante da sobrecarga emocional e técnica. Conclusão: Os desafios enfrentados pela enfermagem na transição do cuidado paliativo em crianças com estomia intestinal exigem uma abordagem integral e humanizada, que contemple a comunicação efetiva, o suporte às famílias, a qualificação para o cuidado especializado e o fortalecimento de estratégias institucionais de apoio ao enfermeiro, visando à continuidade, à segurança e à qualidade do cuidado paliativo pediátrico.
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