TERAPIA DE REPOSIÇÃO DE TESTOSTERONA E OS EFEITOS CARDIOVASCULARES

Autores

  • Edison Henrique da Costa Parente Martins Universidade de Vassouras
  • Erick Montes da Silva Filho Universidade de Vassouras
  • Gabriel El Alam Bighetti Universidade de Vassouras
  • George Valverde Galindo Universidade de Vassouras
  • Maria Antonia Louro Universidade de Vassouras
  • Nardo da Silva Ouriques Universidade de Vassouras

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v11i11.22520

Palavras-chave:

Terapia de reposição de testosterona. Efeitos cardiovasculares.

Resumo

A terapia de reposição de testosterona (TRT) é uma terapia que visa retomar os níveis prévios de testosterona do paciente com comprovação clínica e laboratorial da deficiência do hormônio e é utilizada para manutenção ou melhora da qualidade de vida. A manutenção ou ganho de massa muscular, densidade óssea, função sexual e bem-estar geral são, em sua maioria, observados no processo. O objetivo desta revisão foi sintetizar os efeitos positivos e os potenciais efeitos adversos da terapia de reposição de testosterona no sistema cardiovascular. Neste trabalho, após a aplicação de critérios de inclusão (ensaio clínico, ensaio clínico controlado e estudo observacional) e exclusão (artigos fora do tema), foram incluídos um total de 28 artigos científicos das bases de dados PubMed e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). Nesse sentido, apenas ensaios clínicos, ensaios clínicos controlados e estudos observacionais foram utilizados. A terapia de reposição de testosterona (TRT) traz ganhos metabólicos claros, como melhora da sensibilidade à insulina, redução do colesterol total, redução significativa da gordura corporal e ganho de massa muscular, fatores diretamente associados à diminuição do risco cardiovascular em pacientes hipogonadais. Os resultados contraditórios, com relação à ECMA, não se mostraram concretos. E mesmo nos dois estudos que ligaram a TRT à ECMA não contraindicaram a terapia, mostrando sua segurança e, claro, sua eficiência. Portanto, a TRT é uma opção válida e eficaz para pacientes com hipogonadismo, especialmente quando há sintomas clínicos e benefícios metabólicos esperados. Mesmo assim, o tratamento deve ser conduzido com extrema cautela, com um acompanhamento rigoroso, com monitoramento frequente de pressão arterial, hemograma e avaliação cardiovascular periódica, garantindo que os benefícios superem os potenciais riscos.

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Biografia do Autor

Edison Henrique da Costa Parente Martins, Universidade de Vassouras

Discente da Universidade de Vassouras. 

Erick Montes da Silva Filho, Universidade de Vassouras

Discente da Universidade de Vassouras.

Gabriel El Alam Bighetti, Universidade de Vassouras

Discente da Universidade de Vassouras. 

George Valverde Galindo, Universidade de Vassouras

Discente da Universidade de Vassouras. 

Maria Antonia Louro, Universidade de Vassouras

Discente da Universidade de Vassouras.

Nardo da Silva Ouriques, Universidade de Vassouras

Orientador e docente da Universidade de Vassouras. 

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Publicado

2025-11-24

Como Citar

Martins, E. H. da C. P., Silva Filho, E. M. da, Bighetti, G. E. A., Galindo, G. V., Louro, M. A., & Ouriques, N. da S. (2025). TERAPIA DE REPOSIÇÃO DE TESTOSTERONA E OS EFEITOS CARDIOVASCULARES. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 11(11), 6929–6939. https://doi.org/10.51891/rease.v11i11.22520