ESTACIONALIDAD Y VULNERABILIDAD DE LA FAUNA SILVESTRE ATENDIDA EN CURITIBA, PARANÁ

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i9.30411

Palabras clave:

Conservación urbana. Medicina de la conservación. Impacto antrópico. Triaje de fauna. Una Sola Salud.

Resumen

Este estudio caracterizó 11.903 atenciones realizadas por el Centro de Apoyo a la Fauna Silvestre (CAFS) de Curitiba, Paraná, entre enero de 2019 y octubre de 2024, evaluando la composición taxonómica, estacionalidad, causas de ingreso, condiciones clínicas, estado de conservación, desenlaces y distribución espacial. Las asociaciones entre variables categóricas se evaluaron mediante pruebas de chi-cuadrado, y los registros se espacializaron por municipios de Paraná y barrios de Curitiba. Las aves representaron el 78,03% de las atenciones, seguidas por los mamíferos (17,43%) y los reptiles (4,15%). Se observó variación estacional, con una mayor concentración de registros en primavera (37,70%) y verano (32,14%) y una mayor participación de individuos jóvenes (55,47%). Las entregas voluntarias correspondieron al 80,11% de las atenciones, mientras que el 26,33% de los animales fueron reintegrados a la naturaleza. Se registraron 31 taxones amenazados de extinción, sumando 340 individuos, lo que evidencia la relevancia del CAFS para la medicina de la conservación. Curitiba concentró el 75,60% de los registros, con atenciones provenientes también de municipios de la Región Metropolitana. Los datos del CAFS permitieron identificar patrones temporales, taxonómicos y espaciales asociados a la interacción entre la fauna silvestre y las actividades humanas, aportando insumos para la identificación de amenazas, la definición de áreas prioritarias y la planificación de políticas públicas y estrategias de conservación.

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Biografía del autor/a

Thiago Francisco Costa Solak, Universidade Federal do Paraná

Médico Veterinário e Especializado em Medicina de Animais Silvestres pela Universidade Estadual do Centro-oeste (Unicentro-PR), Especializado em Clínica Médica e Cirúrgica de Animais Selvagens, Mestre e Doutorando em Ciências Veterinárias pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). 

Rhuann Carlo Viero Taques, Universidade Federal do Paraná

Biólogo pela Universidade Estadual do Centro-oeste (Unicentro-PR), Mestre e Doutorando em Botânica pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), coautor.

Oneida Lacerda, Universidade Federal do Paraná

Médica Veterinária pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), coautor.

Patricia Weckerlin, Universidade Federal do Paraná

Bióloga pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) e Mestra em Agronomia pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), coautora. 

Lucyenne Gisele Popp, Universidade Federal do Paraná

Médica Veterinária e Mestra em Fisiologia Animal pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), coautora. 

Edson Ferraz Evaristo de Paula, Universidade Federal do Paraná

Zootecnista e Mestre em Ciências Veterinárias pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), coautor. 

Fernanda Taques Wendt, Universidade Federal do Paraná

Médica Veterinária, Especializada em Clínica Médica e Cirúrgica de Animais Selvagens, Mestra e Doutoranda em Ciências Veterinárias pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), coautora. 

Alaina Maria Correia, Universidade Federal do Paraná

Médica Veterinária, Especializada em Clínica Médica e Cirúrgica de Animais Selvagens, Mestra e Doutoranda em Ciências Veterinárias pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), coautora. 

Julia Welter Nascimento, Universidade Federal do Paraná

Médica Veterinária pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), Especializada em Clínica Médica e Cirúrgica de Animais Selvagens e Mestranda em Ciências Veterinárias pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), coautora. 

Rogério Ribas Lange, Universidade Federal do Paraná

Médico Veterinário, Professor, Mestre em Zoologia e Doutor em Ciências Veterinárias pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), orientador. 

Publicado

2026-09-17

Cómo citar

Solak, T. F. C., Taques, R. C. V., Lacerda, O., Weckerlin, P., Popp, L. G., Paula, E. F. E. de, … Lange, R. R. (2026). ESTACIONALIDAD Y VULNERABILIDAD DE LA FAUNA SILVESTRE ATENDIDA EN CURITIBA, PARANÁ. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(9), 1–19. https://doi.org/10.51891/rease.v12i9.30411