INFÂNCIAS ENTRE PENSAMENTO, PODER E EXPERIÊNCIA: PERSPECTIVAS FILOSÓFICAS E EDUCACIONAIS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i9.29201Palabras clave:
Infância. Filosofia. Educação. Experiência. Linguagem.Resumen
Este artigo, de natureza bibliográfica e teórico-conceitual, discute as infâncias a partir das contribuições de Matthew Lipman, Walter Kohan, Michel Foucault, Jorge Larrosa e Giorgio Agamben. Busca compreendê-las não apenas como etapas biológicas da vida, mas como experiências atravessadas pela linguagem e pelas relações de saber e poder. Inicialmente, examina-se a proposta de Filosofia para Crianças de Lipman e a crítica de Kohan à redução da filosofia a um método previamente orientado. Em seguida, com Foucault, problematiza-se a constituição histórica da infância escolarizada por meio da disciplina, do exame, da normalização e do governo das condutas. Na sequência, Larrosa permite pensar a infância como enigma, alteridade e exigência de hospitalidade. Por fim, Agamben relaciona infância, linguagem, experiência e história. O percurso evidencia a tensão entre as práticas que procuram capturar e conduzir as crianças e a potência da infância como pergunta, diferença, criação e abertura ao novo.
Descargas
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Categorías
Licencia
Atribuição CC BY