RADIOLOGIA FORENSE E O PROTOCOLO DVI: CONTRIBUIÇÕES DA IMAGEM NA IDENTIFICAÇÃO DE VÍTIMAS DE DESASTRES EM MASSA NO BRASIL

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.28672

Palabras clave:

Radiologia forense. Identificação de vítimas. Desastres em massa. Medicina legal. Tomografia pós-morte.

Resumen

A radiologia forense tem se consolidado como um recurso indispensável na gestão de desastres em massa, contribuindo de forma significativa para a identificação de vítimas em situações críticas, tais como acidentes aéreos, desabamentos estruturais e catástrofes naturais. Por meio de técnicas avançadas de imagem, como a radiografia convencional e a tomografia computadorizada pós-morte (PMCT), torna-se possível documentar minuciosamente características anatômicas individuais, detectar próteses ou implantes e realizar confrontos comparativos sistemáticos entre exames antemortem e post-mortem. Frente a esse panorama, o presente estudo delimita-se pelo seguinte problema de pesquisa: de que maneira a radiologia forense pode auxiliar de forma eficaz na identificação de vítimas em desastres em massa? O objetivo geral desta investigação consiste em analisar a contribuição estratégica da radiologia forense no processo de identificação humana em situações de catástrofe coletiva. Como objetivos específicos, propõe-se: discutir o conceito, a evolução e os fundamentos bioéticos da especialidade; identificar as principais técnicas de imagem aplicadas aos contextos periciais de múltiplas vítimas; e avaliar a relevância da integração multidisciplinar da radiologia com os métodos tradicionais, a exemplo da odontologia legal e da análise genética. A metodologia adotada estruturou-se a partir de uma pesquisa bibliográfica de abordagem qualitativa, fundamentada na análise crítica de artigos científicos, livros e diretrizes operacionais de relevância nacional e internacional. Os resultados evidenciam que a radiologia forense atua como uma ferramenta científica essencial por oferecer agilidade operacional, caráter não invasivo (Virtópsia) e precisão milimétrica nos processos de individualização corpórea. Conclui-se que sua aplicação otimiza o tempo de resposta pericial e reforça de maneira contundente o aspecto humanitário, fornecendo laudos periciais de alta confiabilidade que resguardam a dignidade dos falecidos, amparam juridicamente os familiares e atendem às exigências legais vigentes. 

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Biografía del autor/a

Josiane Ribeiro dos Santos Fernandes, FACISA

Tecnologo em Radiologia - FACISA: Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas.

Nathalia Lima, FACISA

Orientador. FACISA: Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas.

Emanuel Vieira

Coordenador. FACISA: Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas. Professor, Escritor, Mestre em Gestão. Social, Educação e Desenvolvimento Regional, no Programa de Pós-Graduação STRICTO SENSU da Faculdade Vale do Cricaré - UNIVC (2012 -2015 ). Especialista em Docência do Ensino Superior Faculdade Vale do Cricaré Possui graduação em BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO pela Universidade Federal da Bahia (2004 - 2009). Possui graduação em Sociologia pela Universidade Paulista (2017-2020) Graduação em Pedagogia. FAVENI-FACULDADE VENDA NOVA DO IMIGRANTE (2021 - 2024) Atualmente é coordenador da Biblioteca da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas da Bahia. Coordenador do NTCC FACISA, Pesquisador Institucional do sistema E-MEC FACISA, Recenseador do Sistema CENSO MEC FACISA. Coordenador do NTCC e NUPEX FACISA. Avaliador da Educação Superior no BASis MEC/INEP.

Publicado

2026-07-14

Cómo citar

Fernandes, J. R. dos S., Lima, N., & Vieira, E. (2026). RADIOLOGIA FORENSE E O PROTOCOLO DVI: CONTRIBUIÇÕES DA IMAGEM NA IDENTIFICAÇÃO DE VÍTIMAS DE DESASTRES EM MASSA NO BRASIL. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(7), 1–14. https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.28672