SÍNDROME DE BURNOUT NO SERVIÇO PÚBLICO: IMPACTOS ORGANIZACIONAIS E DESAFIOS PARA A GESTÃO DE PESSOAS E SAÚDE MENTAL
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.26194Palabras clave:
Síndrome de Burnout. Saúde mental. Serviço público. Gestão de pessoas. Trabalho.Resumen
A Síndrome de Burnout tem se consolidado como um dos principais desafios contemporâneos relacionados à saúde mental no trabalho, especialmente no contexto do serviço público, onde as exigências institucionais, a sobrecarga laboral e as limitações estruturais intensificam os riscos de adoecimento psíquico. O presente estudo tem como objetivo analisar os impactos organizacionais do Burnout no serviço público, bem como os desafios enfrentados pela gestão de pessoas na promoção da saúde mental laboral. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa, de caráter descritivo e exploratório, desenvolvida por meio de revisão integrativa da literatura. A coleta de dados foi realizada em bases científicas como SciELO, Google Scholar e Portal de Periódicos CAPES, sendo selecionados aproximadamente 20 estudos conforme critérios previamente estabelecidos. Os resultados evidenciam que fatores como sobrecarga de trabalho, burocracia excessiva, escassez de recursos, baixa autonomia e ausência de reconhecimento contribuem significativamente para o desenvolvimento da síndrome. Em termos organizacionais, destacam-se impactos como redução da produtividade, aumento do absenteísmo e presenteísmo, deterioração do clima organizacional e prejuízos na qualidade dos serviços públicos. Conclui-se que a promoção da saúde mental deve ser compreendida como estratégia essencial para a eficiência institucional, exigindo políticas permanentes de prevenção e valorização dos servidores.
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