AS FORMAÇÕES DAS REDES DE ENTRONCAMENTOS FAMILIARES MARANHENSES NO SÉCULO XVIII

Autores/as

  • Sttefyson Marques Pinto Universidade Federal do Maranhão
  • Washington Tourinho Junior Universidade Federal do Maranhão
  • Amanda Gomes Pereira Universidade Federal do Maranhão

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25434

Palabras clave:

Capitania. Maranhão. Redes familiares. Século XVIII.

Resumen

Este trabalho visa explorar os fatores e processos que contribuíram para a formação das famílias abastadas no Maranhão do século XVIII. A partir de revisões bibliográficas em livros, teses e artigos que abordam temas como o Maranhão setecentista, relações familiares, poder, contratos oligárquicos e redes de entroncamentos familiares, contribuiu para delinear um panorama sobre a evolução da estrutura familiar ao longo do século XVIII. A partir deste século, a esfera familiar se modifica e passa a representar algo mais complexo e corporativo, para além de relações afetivas. Essa modificação do cenário familiar ajuda a construir uma nova elite, nascida do comércio agroexportador, como também inicia as extensas redes de entroncamentos familiares. As famílias passam a ser o centro do poder econômico, político e social na colônia brasileira, em especial, na Capitania do Maranhão. Essa centralização do poder econômico, político e social nas mãos dessas famílias diretamente para o cenário político turbulento do século XIX.

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Biografía del autor/a

Sttefyson Marques Pinto, Universidade Federal do Maranhão

Licenciado em Ciências Humanas/ Sociologia pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA/CCSB).

Washington Tourinho Junior, Universidade Federal do Maranhão

Professor associado do curso de Licenciatura em Ciências Humanas/Sociologia do Centro de Ciências de São Bernardo da Universidade Federal do Maranhão (UFMA),  docente permanente do Mestrado Profissional em Ensino de História/UFMA.  Possui graduação em História pela Universidade Federal do Maranhão, Mestrado em Educação pela UFMA e Doutorado em História Social pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Coordena o grupo de estudos, intelectualidade, cultura e decolonialidade.

Amanda Gomes Pereira, Universidade Federal do Maranhão

Doutora em Ciências Sociais pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro/ UERJ. Mestra em Ciências Sociais pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal de Juiz de Fora/ UFJF. Bacharel em Ciências Sociais com habilitação em Antropologia pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Professora Adjunta de Sociologia no Curso de Ciências Humanas, Centro de Ciências de São Bernardo, da Universidade Federal do Maranhão/UFMA. Docente do corpo docente do Programa de Pós-graduação em Sociologia UFMA (Mestrado Acadêmico) - Imperatriz. Coordenadora do Curso de Especialização em Cidadania, Inclusão e Diversidade UFMA/ CCSB. Coordenadora do Grupo de Estudos de Gênero e Educação Chita/ Gitã.

Publicado

2026-04-10

Cómo citar

Pinto, S. M., Tourinho Junior, W., & Pereira, A. G. (2026). AS FORMAÇÕES DAS REDES DE ENTRONCAMENTOS FAMILIARES MARANHENSES NO SÉCULO XVIII. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(4), 1–17. https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25434