FREQUÊNCIA E CAUSAS DE ABANDONO DO TRATAMENTO DO PÉ TORTO CONGÊNITO EM PACIENTES DO HOSPITAL PEDIÁTRICO NIÑOS DE ACOSTA ÑÚ NO PERÍODO DE 2020-2021

Autores/as

  • Ingrid María Cristaldo Acosta Universidad Católica de Asunción
  • Adolfo Gustavo Aquino Saldivar Universidad Católica de Asunción
  • Teresa Monserrat Rojas dos Santos Universidad Católica de Asunción
  • Lígia Maria Oliveira de Souza Universidad Politécnica y Artística

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25412

Palabras clave:

Pé torto congênito. Abandono. Recorrência.

Resumen

Introdução: O pé torto congênito é uma deformidade congênita que afeta os pés. A complicação mais comum associada ao tratamento é a recorrência, ocorrendo principalmente devido à baixa adesão durante o período de manutenção com botas e barras. Objetivo: Descrever as causas de abandono do tratamento do pé torto congênito e os fatores associados à recorrência em uma população de crianças de 0 a 6 anos atendidas no Hospital Geral Pediátrico Niños de Acosta Ñú no período de 2020-2021. Metodologia: Estudo observacional, descritivo, prospectivo e transversal. Foram incluídos pacientes de até 6 anos atendidos no Hospital Pediátrico Niños de Acosta Ñú no período de 2020-2021. As variáveis estudadas foram: idade, sexo, procedência, acometimento dos membros, lateralidade, tipo de dispositivos utilizados, causas de abandono do tratamento, recorrência e necessidade de tratamento cirúrgico. Os dados foram analisados pelo programa SPSS versão 21. O protocolo foi aprovado pelo comitê de ética. Resultados: No período estudado, 404 pacientes com pé torto congênito foram atendidos no departamento de traumatologia, dos quais 25,2% (101/404) abandonaram o tratamento. A mediana de idade foi de 4 anos, com predominância do sexo masculino e procedentes do departamento Central. 72,6% apresentaram acometimento bilateral; nos casos unilaterais, o membro inferior mais afetado foi o direito. Em 96,8% dos casos, o início do tratamento ocorreu antes de 1 ano de idade. 100% utilizaram dispositivos corretivos. A principal causa de abandono foi a pandemia, e quase todos apresentaram recorrência após o abandono. Conclusão: A frequência de abandono do tratamento foi de 25,2%, com predominância do sexo masculino. Todos os pacientes utilizaram dispositivos corretivos, com melhora clínica. A principal causa de abandono foi a pandemia, associando-se à recidiva e necessidade de tratamento cirúrgico.

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Biografía del autor/a

Ingrid María Cristaldo Acosta, Universidad Católica de Asunción

Especialista en Pediatría Clínica por la Universidad Católica de Asunción.

Adolfo Gustavo Aquino Saldivar, Universidad Católica de Asunción

Especialista en Pediatría Clínica graduado por la Universidad Católica de Asunción.

Teresa Monserrat Rojas dos Santos, Universidad Católica de Asunción

Especialista en Pediatría Clínica por la Universidad Católica de Asunción.

Lígia Maria Oliveira de Souza, Universidad Politécnica y Artística

Graduada en Medicina por la Universidad Politécnica y Artística.

Publicado

2026-04-08

Cómo citar

Acosta, I. M. C., Saldivar, A. G. A., Santos, T. M. R. dos, & Souza, L. M. O. de. (2026). FREQUÊNCIA E CAUSAS DE ABANDONO DO TRATAMENTO DO PÉ TORTO CONGÊNITO EM PACIENTES DO HOSPITAL PEDIÁTRICO NIÑOS DE ACOSTA ÑÚ NO PERÍODO DE 2020-2021. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(4), 1–11. https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25412