RESÍDUOS FARMACÊUTICOS NO AMBIENTE: IMPACTOS DO DESCARTE INADEQUADO DE MEDICAMENTOS E ESTRATÉGIAS DE MITIGAÇÃO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25329Palabras clave:
Resíduos farmacêuticos. Descarte de medicamentos. Impactos ambientais. Logística reversa. Mitigação ambiental.Resumen
O descarte inadequado de medicamentos tem sido apontado como um problema ambiental e de saúde pública, em razão da liberação de resíduos farmacêuticos no meio ambiente e de seus potenciais efeitos ecotoxicológicos. Diante desse contexto, este estudo teve como objetivo analisar os impactos ambientais associados ao descarte inadequado de medicamentos e identificar as estratégias de mitigação discutidas na literatura científica. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa, desenvolvida por meio de uma revisão integrativa da literatura, com análise de conteúdo das publicações selecionadas, conforme o método proposto por Bardin. A busca bibliográfica foi realizada em bases de dados científicas, resultando na constituição de um corpus composto por 13 publicações. Os achados evidenciam que práticas inadequadas de armazenamento e descarte, aliadas às limitações dos sistemas convencionais de tratamento, contribuem para a persistência de resíduos farmacêuticos no ambiente e para a ocorrência de efeitos ecotoxicológicos e riscos à saúde pública. Conclui-se que a mitigação desses impactos requer uma abordagem integrada, envolvendo políticas públicas efetivas, fortalecimento da logística reversa, educação em saúde e adoção criteriosa de tecnologias de tratamento, de modo a promover um gerenciamento mais sustentável dos resíduos farmacêuticos.
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