STORYTELLING INCLUSIVO: DIVERSIDADE, REPRESENTAÇÃO E ACESSIBILIDADE
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24551Palabras clave:
Storytelling. Educação. Inclusão. Acessibilidade. Tecnologias digitais.Resumen
O storytelling na educação foi discutido como prática pedagógica com potencial de mediação da aprendizagem, com ênfase no Digital Storytelling e em sua relação com inclusão. O problema investigado consistiu em compreender de que modo o storytelling, especialmente em sua modalidade digital, pôde ser utilizado como estratégia pedagógica inclusiva, considerando diversidade, representação e acessibilidade, com vistas à participação de estudantes com necessidades educacionais específicas. O objetivo geral foi analisar o storytelling na educação, com ênfase no Digital Storytelling, sistematizando contribuições pedagógicas e possibilidades como prática inclusiva. A metodologia adotada foi a pesquisa bibliográfica, com análise de estudos selecionados sobre contação de histórias, storytelling na educação profissional e tecnológica, uso de dispositivos móveis e experiências intergeracionais com narrativas digitais. No desenvolvimento, evidenciou-se que o storytelling organizou conteúdos em sequências significativas e favoreceu engajamento e autoria, enquanto o Digital Storytelling ampliou a multimodalidade e, quando planejado, reduziu barreiras de participação. Também se observou que a inclusão dependeu de escolhas narrativas responsáveis, de recursos de acessibilidade e de adaptações didáticas integradas ao planejamento. Nas considerações finais, concluiu-se que o storytelling pôde ser compreendido como estratégia inclusiva quando articulou intencionalidade pedagógica, diversidade, representação e acessibilidade, embora tenha sido indicada a necessidade de estudos empíricos para aprofundar evidências de implementação em contextos reais.
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