DESCOLONIZANDO LA CALIDAD DE VIDA: ANÁLISIS DE LA RELACIÓN ENTRE LOS INDICADORES BIOMÉDICOS Y LAS COSMOLOGÍAS TRADICIONALES

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24459

Palabras clave:

Colonialidad Biomédica. Carga Alostática. Continuidad Cultural. Indicadores Interculturales. Salud Indígena.

Resumen

Este artículo problematiza la hegemonía biomédica en la medición de la calidad de vida, argumentando que instrumentos consolidados, como el WHOQOL-BREF, permanecen anclados en epistemologías occidentales que desconsideran cosmologías tradicionales, como el Buen Vivir (Sumak Kawsay). Esta brecha produce distorsiones analíticas en la interpretación de los indicadores de salud, especialmente en poblaciones indígenas y en contextos de vulnerabilidad socioambiental. El objetivo del estudio es analizar la utilización de biomarcadores de estrés (cortisol, carga alostática, marcadores inflamatorios) y, simultáneamente, investigaciones empíricas sobre bienestar indígena, proponiendo un marco integrador que articule indicadores biológicos con dimensiones espirituales y comunitarias de la calidad de vida. Se trata de una revisión integrativa realizada mediante búsqueda sistematizada en bases de datos internacionales, que resultó en la selección final de 25 artículos originales revisados por pares. Los resultados indican convergencia entre continuidad cultural, territorialidad y modulación de marcadores fisiológicos de estrés, evidenciando los límites de los modelos exclusivamente biomédicos. Se concluye que la descolonización de la calidad de vida exige una matriz analítica relacional, biológicamente informada y epistemológicamente plural que desafía el estándar actualmente predominante.

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Biografía del autor/a

Paulo Roberto Ramos, Universidade Federal do Vale do São Francisco

Doutor em Sociologia. Docente da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF).

Carlos Alberto Batista dos Santos, Universidade do Estado da Bahia

Doutor em Etnobiologia e Conservação da Natureza. Docente da Universidade do Estado da Bahia.

Pedro Paulo da Cunha, UNIVASF

Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Dinâmicas de Desenvolvimento do Semiárido. Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF). 

Rodrigo Almeida Ferreira, UNVASF

Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Dinâmicas de Desenvolvimento do Semiárido. Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNVASF).

Maria Miryam da Silva Alves, UNIVASF

Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Dinâmicas de Desenvolvimento do Semiárido. Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF). 

Sebastiana Soares de Andrade, UNIVASF

Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Dinâmicas de Desenvolvimento do Semiárido. Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF). 

Raimundo Ribeiro Galvão Filho, UNIVASF

Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Dinâmicas de Desenvolvimento do Semiárido. Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF). 

Antonio Fábio Ferreira, UNIVASF

Especialista e mestrando do Programa de Pós-Graduação em Dinâmicas de Desenvolvimento do Semiárido. Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF).

Italo Alan Barbosa Bispo, UNIVASF

Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Dinâmicas de Desenvolvimento do Semiárido. Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF). 

Bruno Nunes Nogueira, UNIVASF

Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Dinâmicas de Desenvolvimento do Semiárido. Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF). 

Annanda Márjorie de Souza Leite, UNIVASF

Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Dinâmicas de Desenvolvimento do Semiárido. Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF). 

João Gabriel Gomes de Sales, UNIVASF

Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Dinâmicas de Desenvolvimento do Semiárido. Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF). 

Bruna Érica Leite Rodrigues dos Santos, UNIVASF

Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Dinâmicas de Desenvolvimento do Semiárido. Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF). 

Publicado

2026-02-27

Cómo citar

Ramos, P. R., Santos, C. A. B. dos, Cunha, P. P. da, Ferreira, R. A., Alves, M. M. da S., Andrade, S. S. de, … Santos, B. Érica L. R. dos. (2026). DESCOLONIZANDO LA CALIDAD DE VIDA: ANÁLISIS DE LA RELACIÓN ENTRE LOS INDICADORES BIOMÉDICOS Y LAS COSMOLOGÍAS TRADICIONALES. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(2), 1–22. https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24459