FRONTEIRAS IMATERIAIS: SOFT POWER, MERCADO CULTURAL E O CASO HOYOVERSE

Autores/as

  • Vinicius Fidelis Xavier NEAB

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.24133

Palabras clave:

Soft power. HoYoverse. Securitização. Dominação cultural. Videogames.

Resumen

Este artigo analisa a projeção do soft power chinês por meio da indústria de videogames, tendo a HoYoverse como estudo de caso para investigar a intersecção entre atração cultural, estratégias corporativas e arranjos estatais. A partir de uma abordagem qualitativa e interdisciplinar — que combina revisão bibliográfica, análise documental (incluindo materiais institucionais de 2011–2024) e exame de fontes jornalísticas setoriais —, o trabalho articula conceitos de soft power (Nye), securitização (Escola de Copenhague), dominação estrutural e teoria da dependência (Galtung; leituras marxistas) e estudos visuais (Stahl; Said). Identificam‑se tensões entre legitimação discursiva e mecanismos econômicos (modelos gacha, microtransações), bem como riscos de apropriação cultural e consolidação de narrativas hegemônicas. Propõe‑se a adoção de medidas de manutenção cultural política — auditorias de representatividade, transparência em monetização, padrões de localização, cooperação regulatória internacional e políticas de incentivo à diversidade produtiva — para mitigar dependências e proteger a pluralidade cultural no mercado global de videogames. O estudo aponta lacunas empíricas e sugere agenda de pesquisa futura sobre vínculos Estado‑empresa e recepções periféricas.

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Biografía del autor/a

Vinicius Fidelis Xavier, NEAB

Graduando de Relações Internacionais pela Universidade Federal do Tocantins, UFT.  pesquisador CNPQ, ciclo 2025/2026 com o tema Tocantins nos Circuitos Globais: Desafios e Perspectivas da Transição Tecnológica no Agronegócio – Estudo de Caso da Agrotins. Atuante do grupo de estudos GEGAL (Grupo de estudos Globais da América Latina), e integrante do NEAB (Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros).

Publicado

2026-06-22

Cómo citar

Xavier, V. F. (2026). FRONTEIRAS IMATERIAIS: SOFT POWER, MERCADO CULTURAL E O CASO HOYOVERSE. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(6), 1–20. https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.24133