INDICADORES COMO DISPOSITIVOS DE GESTÃO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE NO CONTEXTO DAS DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS: ARTICULAÇÕES MULTIPROFISSIONAIS ENTRE EDUCAÇÃO EM SAÚDE, PREVENÇÃO DE AGRAVOS E AUTONOMIA DO USUÁRIO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24130Palavras-chave:
Atenção Primária à Saúde. Doenças Crônicas não Transmissíveis. Indicadores de Gestão. Equipe Multiprofissional. Autonomia Pessoal.Resumo
Objetivo: Analisar o papel dos indicadores de saúde como dispositivos de gestão na Atenção Primária à Saúde (APS) no manejo das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), focando na articulação multiprofissional, educação em saúde e autonomia do usuário. Métodos: Revisão integrativa da literatura realizada nas bases de dados PubMed, SciELO e LILACS, abrangendo o período de 2020 a 2026. A seleção incluiu artigos originais, diretrizes de sociedades médicas e documentos do Ministério da Saúde. Resultados: Os indicadores de desempenho, como os do Programa Previne Brasil, otimizam a identificação precoce de agravos e a organização do fluxo assistencial. A prática interprofissional e o uso de tecnologias digitais potencializam o controle metabólico e reduzem internações. A educação em saúde, por meio de metodologias ativas, revelou-se fundamental para elevar o letramento em saúde e a adesão terapêutica. Discussão: Observa-se uma tensão entre a gestão produtivista e a clínica humanizada. A autonomia do usuário é central para a sustentabilidade do cuidado, exigindo que indicadores quantitativos sejam integrados à percepção qualitativa de bem-estar. Conclusão: A convergência entre gestão qualificada, equipes multiprofissionais coesas e o empoderamento do usuário é essencial para a resiliência do SUS frente ao ônus epidemiológico das DCNT.
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