CONHECIMENTO E ACEITABILIDADE DA VACINA CONTRA O VÍRUS DO PAPILOMA HUMANO EM MÃES DE PACIENTES DE UMA UNIDADE DE SAÚDE FAMILIAR DE ASSUNÇÃO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24087Palabras clave:
Vacina. Vírus do papiloma humano. Prevenção. Aceitação.Resumen
Introdução: O vírus do papiloma humano (VPH) é uma das infecções sexualmente transmissíveis mais frequentes no mundo e constitui um importante problema de saúde pública devido à sua estreita relação com o desenvolvimento do câncer do colo do útero e outras neoplasias anogenitais. Objetivo: Determinar o conhecimento e a aceitação da vacina contra o vírus do papiloma humano (VPH) em mães de pacientes de uma Unidade de Saúde da Família (USF) de Assunção. Metodologia: Estudo descritivo, observacional e transversal, realizado entre setembro e novembro de 2022. Foram incluídas 118 mães de pacientes pediátricos (0 dias a 15 anos). Os dados foram coletados por meio de um questionário estruturado e analisados por estatística descritiva no Microsoft Excel®. Resultados: A amostra apresentou predomínio de escolaridade secundária incompleta (37%). 71% relataram conhecer o VPH e 91% reconheceram sua transmissão sexual. 100% sabiam da existência da vacina, porém 60% a consideraram exclusiva para mulheres. A aceitabilidade da vacinação para os filhos foi de 77%; os 23% restantes expressaram recusa, fundamentada em sua totalidade (100%) pelo medo de efeitos adversos. Em relação ao esquema, existe confusão entre a aplicação de 2 doses (54%) e 3 doses (46%). 39% solicitaram maior informação oficial. Conclusão: A maioria das mães possui noções básicas e atitude positiva em relação à vacinação. No entanto, persistem vieses de gênero na percepção da população-alvo e uma marcante desconfiança quanto à segurança do imunobiológico. É necessário fortalecer as estratégias educativas desde o primeiro nível de atenção para esclarecer os esquemas vigentes e mitigar os temores sobre efeitos adversos.
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