A DISSOCIAÇÃO ENTRE RISCO CARDIOVASCULAR E PERCEPÇÃO DO ESTRESSE: UM ESTUDO COM A POPULAÇÃO DE UMA UBS NO ESPÍRITO SANTO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i1.23767Palabras clave:
Doenças Cardiovasculares. Estresse. Fatores Psicossociais. Prevenção. Saúde Mental.Resumen
O estresse tem se consolidado como um importante fator de risco modificável para doenças cardiovasculares, especialmente em populações expostas à vulnerabilidade social, econômica e emocional. No contexto brasileiro, a pressão diária associada ao trabalho, instabilidade financeira, violência urbana e sobrecarga mental contribui para o aumento dos índices de estresse crônico e, consequentemente, para o adoecimento cardíaco. Apesar da relevância das doenças cardiovasculares no país, o papel do estresse ainda é frequentemente subestimado nas estratégias de promoção e prevenção em saúde. Diante disso, o estudo busca analisar o impacto do estresse na saúde cardiovascular de um grupo de usuários de uma UBS no município de Cachoeiro de Itapemirim/ES. A experiência consistiu em um estudo descritivo, com abordagem quantitativa e delineamento transversal. Observou-se uma prevalência de hipertensão arterial de 90% e relato de doença cardiovascular em 40%, e 60% referirem sentir estresse ou ansiedade com frequência semanal, especialmente por problemas familiares. Conclui-se que o estresse crônico desempenha papel determinante no desenvolvimento e agravamento das doenças cardiovasculares, ao influenciar respostas fisiológicas e comportamentais que comprometem a saúde do coração. Assim, é essencial incluir programas preventivos, com ações educativas, suporte psicológico e políticas públicas que integrem saúde mental e cardiovascular, visando reduzir desigualdades e melhorar a qualidade de vida da população.
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