CONCEPÇÕES TEÓRICO-METODOLÓGICAS DO BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v11i12.23218Palabras clave:
Brincar. Educação Infantil. Escola. Prática. Criança.Resumen
Este artigo adota um recorte teórico-metodológico que busca compreender o brincar na Educação Infantil a partir de diferentes abordagens ao longo do tempo e sob o olhar de diferentes autores. Do ponto de vista teórico, parte-se das contribuições de autores clássicos que influenciaram profundamente o campo da educação e do desenvolvimento infantil. Do ponto de vista de importantes documentos, faremos uma análise do RCNEI e da Base Nacional Comum Curricular. Vygotsky (1984) compreende o brincar como uma atividade socialmente construída, fundamental para o desenvolvimento das funções psicológicas superiores; Wallon (2007) frisa a importância do movimento, da emoção e da ludicidade como formas de expressão e construção do pensamento na infância; já Kishimoto (1994, 2007) entende o brincar como linguagem e prática cultural, integrando aspectos sociais, cognitivos e afetivos da criança. Avançando no tempo, o artigo dialoga com autores contemporâneos como Wajskop (2018), que discute o brincar como território de autonomia e resistência da criança; Oliveira e Souza (2008), que investiga o papel do brincar nos contextos escolares em diálogo com a BNCC; e o trabalho coletivo organizado por Schlindwein, Laterman e Peters (2017), que amplia o debate ao considerar o brincar como experiência estética, corporal e relacional nos contextos institucionais. Metodologicamente, esta pesquisa tem caráter qualitativo, com abordagem bibliográfica. A seleção dos autores se deu por sua relevância teórica para o campo da Educação Infantil e pela diversidade de enfoques que oferecem sobre o brincar, permitindo uma leitura crítica e comparativa das concepções que influenciam a prática pedagógica na contemporaneidade.
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