LINFOMA NÃO HODGKIN NO BRASIL: PANORAMA EPIDEMIOLÓGICO SEGUNDO SEXO E FAIXA ETÁRIA (2020-2025)
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.26328Palavras-chave:
Linfoma não Hodgkin. Hospitalização. Mortalidade hospitalar. Epidemiologia.Resumo
Objetivo: Analisar o perfil das internações e dos óbitos hospitalares por linfoma no Brasil, segundo sexo e faixa etária, no período de 2020 a 2025. Métodos: Trata-se de estudo epidemiológico, ecológico, retrospectivo, descritivo e quantitativo, realizado com dados secundários do Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde (SIH/SUS), disponíveis no Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS). Foram avaliadas internações e óbitos hospitalares por linfoma no Brasil, conforme sexo e faixa etária. Os dados foram analisados por estatística descritiva, com frequências absolutas e relativas, além do cálculo da letalidade hospitalar. Resultados: No período analisado, foram registradas 107.758 internações e 8.632 óbitos hospitalares por linfoma. O sexo masculino concentrou a maior proporção de internações e óbitos. As internações foram mais frequentes entre 50 e 69 anos, enquanto os óbitos predominaram entre 60 e 79 anos. A letalidade hospitalar geral foi de 8,01%, com aumento progressivo conforme o avanço da idade, atingindo o maior percentual em indivíduos com 80 anos ou mais. Conclusão: O linfoma apresentou expressiva carga hospitalar no Brasil, especialmente entre homens e idosos, reforçando a necessidade de diagnóstico precoce, acesso especializado e cuidado individualizado para populações mais vulneráveis.
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