OS IMPACTOS DO SISTEMA PRISIONAL ACERCA DA SAÚDE MENTAL DAQUELES QUE ESTÃO PRIVADOS DE LIBERDADE

Autores

  • Érika Antolini Veçozzi
  • Gabriel Leite Brum
  • Inácio Becker Lacerda SUSEPE
  • Luísa Haertel de Carvalho
  • Olávio Dummer Cardoso Vergara
  • Pablo Marques Rodrigues das Neves

Palavras-chave:

Palavras-chave: Sistema Prisional. Restrição de Liberdade. Efeitos Sociais.

Resumo

A influência do sistema penitenciário na restrição da liberdade tem um efeito profundo na saúde mental dos detentos, além de afetar suas possibilidades de reintegração à sociedade após o cumprimento da pena. Este estudo teve como propósito investigar os impactos da privação de liberdade sobre a saúde psicológica dos prisioneiros, com ênfase nas condições de detenção, isolamento social e estigmatização após a saída da prisão, e como esses aspectos afetam a reintegração social. Para isso, a pesquisa empregou uma metodologia de revisão de literatura, examinando artigos acadêmicos, livros e teses que abordam as consequências psicológicas e sociais do encarceramento. Os achados revelam que a privação de liberdade é um fator que contribui de forma significativa para o surgimento de distúrbios mentais, incluindo depressão, ansiedade e transtornos de estresse pós-traumático. A superlotação e a escassez de acesso a programas de reabilitação intensificam a situação, dificultando a recuperação dos detentos e elevando o risco de reincidência criminal. A pesquisa conclui que é necessário implementar reformas substanciais no sistema prisional para favorecer a saúde mental e a reintegração social dos internos. Medidas de suporte psicológico e iniciativas que visem reduzir o estigma social são fundamentais para romper com o ciclo de marginalização e reincidência.

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Publicado

2026-03-26

Como Citar

Veçozzi, Érika A., Brum, G. L., Lacerda, I. B., Carvalho, L. H. de, Vergara, O. D. C., & Neves, P. M. R. das. (2026). OS IMPACTOS DO SISTEMA PRISIONAL ACERCA DA SAÚDE MENTAL DAQUELES QUE ESTÃO PRIVADOS DE LIBERDADE. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 6(11), 16–50. Recuperado de https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/24584