PERFIL DE GESTORAS DE MATERNIDADES PÚBLICAS E O ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24290Palavras-chave:
Violência obstétrica. Gestão em saúde. Cuidado humanizado.Resumo
Objetivo: Conhecer o perfil das gestoras de maternidades públicas, identificando elementos que possam influenciar no enfrentamento da violência obstétrica. Metodologia: Estudo de natureza descritiva, com abordagem qualitativa, realizado em maternidades públicas do município de Salvador-BA, com gestoras atuantes em diferentes níveis da gestão assistencial. Realizada através de coleta de dados sociodemográficos e analisados por estatística descritiva simples, complementada por interpretação qualitativa. Resultados: Participaram 13 gestoras, majoritariamente mulheres cisgênero (92,3%), pardas (53,8%) e na faixa etária de 40 a 49 anos (46,2%). Predominaram enfermeiras (53,8%) com especialização (92,3%) e atuação entre dois e dez anos na gestão. A maioria ocupava cargos de coordenação (69,2%). Conclusão: Os resultados indicam que a composição majoritária feminina, a diversidade etária, a predominância de enfermeiras, pardas, e a variabilidade de tempo de experiência constituem fatores que podem tanto favorecer quanto limitar a implementação de políticas e práticas voltadas ao cuidado humanizado e enfrentamento da violência obstétrica.
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