AUTOMEDICAÇÃO DE ANTIBIÓTICOS: FATORES ASSOCIADOS E PAPEL DO FARMACÊUTICO NA PREVENÇÃO DO USO IRRACIONAL
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31157Palavras-chave:
Automedicação, Antibióticos, Uso irracional de medicamentos, FarmacêuticoResumo
A prática da automedicação significa utilizar fármacos para aliviar males ou sintomas identificados por conta própria, sem o aval de um profissional da saúde. Esta pesquisa tem o objetivo de entender quais elementos estão relacionados ao hábito de indivíduos se automedicarem com antibióticos. O presente estudo caracteriza-se como uma pesquisa bibliográfica, fundamentada na análise de produções científicas relacionadas à automedicação de antibióticos, seus fatores associados e o papel do farmacêutico na prevenção do uso irracional. A análise dos artigos científicos (publicados entre 2021 e 2026) permitiu identificar que a produção científica gira em torno de uma tríade central na saúde pública: a automedicação (causas e riscos), o uso irracional de antibióticos (resistência bacteriana) e a intervenção do farmacêutico (uso racional e gestão). A partir da análise dos artigos conclui-se que o problema exige reforço na fiscalização sanitária, além de campanhas educativas contínuas voltadas à população para mitigar os danos à saúde coletiva. A literatura científica recente converge de forma unânime para a mesma solução: a valorização e a inserção ativa do farmacêutico clínico como educador e fiscalizador, sendo peça-chave para garantir a segurança do paciente e a eficácia dos tratamentos públicos e privados.
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