MANGIFERA INDICA L. E SUAS APLICAÇÕES FARMACÊUTICAS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA SOBRE FITOQUÍMICA, FARMACOLOGIA, FITOTERAPIA, SEGURANÇA E APLICAÇÕES TECNOLÓGICAS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.30951Palavras-chave:
Mangiferina, Metabólitos secundários, Atividade farmacológica.ToxicidadeResumo
Este artigo teve como objetivo analisar as evidências científicas sobre Mangifera indica L. e suas aplicações farmacêuticas, com enfoque na composição fitoquímica, atividades farmacológicas, fitoterapia, segurança, toxicidade e potencial tecnológico. Foi realizada uma revisão integrativa, descritiva e qualitativa da literatura, utilizando as bases PubMed/MEDLINE, Scopus, Web of Science, ScienceDirect, SciELO, LILACS e BVS, considerando publicações entre 2016 e 2026. Foram selecionados 45 estudos, analisados quanto aos principais compostos bioativos, atividades biológicas, aplicações terapêuticas e aspectos de segurança. Os resultados demonstraram ampla diversidade fitoquímica, com destaque para fenólicos, flavonoides, taninos, benzofenonas e mangiferina, associados principalmente a atividades antioxidante, anti-inflamatória, antimicrobiana, antidiabética, gastroprotetora e cardioprotetora. Também foram identificadas aplicações tecnológicas envolvendo nanoemulsões, nanopartículas, alimentos funcionais e aproveitamento de resíduos. As evidências de segurança foram variáveis, reforçando a importância da avaliação de doses e preparações. Conclui-se que M. indica apresenta relevante potencial farmacêutico e fitoterápico, embora sejam necessários estudos clínicos e toxicológicos mais aprofundados
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