REALIDADE VIRTUAL E NEUROFEEDBACK NO TRATAMENTO DA AGORAFOBIA: UMA REVISÃO INTEGRATIVA A PARTIR DA TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL

Autores

  • Luane Costa Menezes Afya Centro Universitário Itaperuna
  • Mariana Fernandes Ramos dos Santos Afya Centro Universitário Itaperuna https://orcid.org/0009-0007-9589-2599
  • Renato Marcelo Resgala Junior Afya Centro Universitário Itaperuna

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.30694

Palavras-chave:

Agorafobia, Realidade Virtual, Neurofeedback, Terapia Cognitivo-Comportamental, Intervenções Psicológicas

Resumo

A agorafobia é um transtorno de ansiedade que se manifesta por meio do medo e da evitação de situações em que a pessoa sente que pode ter dificuldade para escapar ou receber ajuda caso venha a experimentar sintomas de pânico ou ansiedade. Nesse cenário, a Terapia Cognitivo-Comportamental se destaca como uma das principais técnicas empregadas no tratamento do transtorno, particularmente por meio de métodos como a reestruturação cognitiva e a exposição gradual. Simultaneamente, o avanço de novas tecnologias tem permitido o uso de recursos adicionais às abordagens tradicionais, entre os quais se destacam a realidade virtual e o neurofeedback. Nesse contexto, o objetivo deste estudo foi avaliar as contribuições da realidade virtual e do neurofeedback como estratégias de intervenção no tratamento da agorafobia, com base na Terapia Cognitivo-Comportamental, levando em conta seus benefícios, limitações e oportunidades de uso como recursos complementares. Esta é uma pesquisa bibliográfica, realizada por meio de uma revisão integrativa da literatura, com enfoque qualitativo. A seleção dos estudos envolveu buscas em bases de dados científicas, levando em conta publicações sobre agorafobia, realidade virtual, neurofeedback e Terapia Cognitivo-Comportamental. A revisão da literatura mostrou que a realidade virtual tem o potencial de facilitar a exposição gradual a situações temidas em ambientes controlados e adaptáveis às necessidades de cada pessoa. Por outro lado, o neurofeedback apresenta oportunidades para treinar a autorregulação de respostas ligadas à ansiedade, apesar de ainda haver limitações em relação às evidências concretas de sua eficácia no tratamento da agorafobia. Ambas as tecnologias têm potencial para serem usadas como recursos complementares à Terapia Cognitivo-Comportamental, sem substituir as estratégias terapêuticas já consolidadas. Além disso, é importante realizar mais estudos para avaliar a eficácia dessas tecnologias, especialmente do neurofeedback, em intervenções especificamente voltadas para a agorafobia.

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Biografia do Autor

  • Luane Costa Menezes, Afya Centro Universitário Itaperuna

    Graduanda do Curso de Psicologia da Afya Centro Universitário Itaperuna - RJ. 

  • Mariana Fernandes Ramos dos Santos, Afya Centro Universitário Itaperuna

    Professora Orientadora: Mestra em Psicologia pela UCP. Neuropsicóloga. Neuropsicopedagogia. Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental. Pós-graduada em Psiquiatria com ênfase em Saúde Mental. Pós-graduada em Saúde Mental. Especialista em Reabilitação Neuropsicológica. Graduada em Psicologia. Licenciatura em Psicologia. Bacharel em Psicologia. Professora na Afya Centro Universitário Itaperuna - RJ. 

  • Renato Marcelo Resgala Junior, Afya Centro Universitário Itaperuna

    Professor da disciplina de TCC, Psicologia, Afya Centro Universitário Itaperuna - RJ.

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Publicado

2026-10-20

Como Citar

Menezes, L. C., Santos, M. F. R. dos, & Resgala Junior, R. M. (2026). REALIDADE VIRTUAL E NEUROFEEDBACK NO TRATAMENTO DA AGORAFOBIA: UMA REVISÃO INTEGRATIVA A PARTIR DA TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(10), 1-21. https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.30694

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