MANEJO CONSERVADOR DE AMELOBLASTOMA UNICÍSTICO MANDIBULAR: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO – UMA REVISÃO DE LITERATURA

Autores

  • José Carlos Ferreira Rosa Centro Universitário UNINOVAFAPI image/svg+xml
  • Solange de Sousa Avelino Centro Universitário UNINOVAFAPI image/svg+xml
  • Jhovanna Fernanda Barros da Silva Centro Universitário UNINOVAFAPI image/svg+xml
  • Caio Cesar Silva França Centro Universitário UNINOVAFAPI image/svg+xml
  • Erik Neiva Ribeiro de Carvalho Reis Centro Universitário UNINOVAFAPI image/svg+xml
  • Thiago Henrique Gonçalves Moreira Centro Universitário UNINOVAFAPI image/svg+xml
  • Matheus Araújo Brito Santos Lopes Centro Universitário UNINOVAFAPI image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.30630

Palavras-chave:

Ameloblastoma, Mandíbula, Neoplasias, Diagnóstico, Recorrência

Resumo

Introdução: O ameloblastoma unicístico mandibular é uma neoplasia odontogênica benigna de comportamento localmente agressivo, cuja apresentação clínica e radiográfica pode mimetizar cistos odontogênicos. O diagnóstico histopatológico e a identificação de características associadas à recorrência são fundamentais para o planejamento terapêutico. Objetivo: Analisar e sintetizar as evidências recentes sobre o diagnóstico e o tratamento conservador do ameloblastoma unicístico mandibular, com ênfase nos resultados clínicos, recorrência e preservação funcional. Metodologia: Foi realizada uma revisão integrativa da literatura, com buscas em PubMed/MEDLINE, SciELO, LILACS e Google Scholar, em agosto de 2026. Foram considerados estudos publicados entre 2020 e 2026, nos idiomas português, inglês e espanhol. Após as etapas de identificação, triagem e elegibilidade, 10 estudos foram incluídos na síntese qualitativa. Resultados: As evidências demonstraram que características como maior extensão da lesão, reabsorção radicular, perfuração cortical e padrão histopatológico mural estão associadas a maior risco de recorrência. As abordagens conservadoras, incluindo enucleação, descompressão, marsupialização e curetagem, apresentaram resultados favoráveis em casos selecionados, possibilitando a preservação da continuidade mandibular e redução da morbidade. Entretanto, a recorrência permaneceu uma preocupação, especialmente em lesões com características de maior agressividade. Conclusão: O tratamento conservador constitui uma alternativa terapêutica relevante para o ameloblastoma unicístico mandibular em pacientes adequadamente selecionados. A definição da conduta deve considerar os aspectos clínicos, radiográficos e histopatológicos, sendo o acompanhamento clínico e radiográfico prolongado indispensável para identificação precoce de recorrências.

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Biografia do Autor

  • José Carlos Ferreira Rosa, Centro Universitário UNINOVAFAPI

    Aluno da graduação em Odontologia, Centro Universitário Uninovafapi – Afya, Teresina PI. 

  • Solange de Sousa Avelino, Centro Universitário UNINOVAFAPI

    Aluna da graduação em Odontologia, Centro Universitário Uninovafapi – Afya, Teresina PI.

  • Jhovanna Fernanda Barros da Silva, Centro Universitário UNINOVAFAPI

    Aluna da graduação em Odontologia, Centro Universitário Uninovafapi – Afya, Teresina PI.

  • Caio Cesar Silva França, Centro Universitário UNINOVAFAPI

    Orientador. Professor Mestre, Centro Universitário Uninovafapi – Afya, Teresina – PI. 

  • Erik Neiva Ribeiro de Carvalho Reis, Centro Universitário UNINOVAFAPI

    Professor Doutor, Centro Universitário Uninovafapi – Afya, Teresina – PI. 

  • Thiago Henrique Gonçalves Moreira, Centro Universitário UNINOVAFAPI

    Professor Mestre, Centro Universitário Uninovafapi – Afya, Teresina – PI. 

  • Matheus Araújo Brito Santos Lopes, Centro Universitário UNINOVAFAPI

    Professor Doutor, Centro Universitário Uninovafapi – Afya, Teresina – PI.

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Publicado

2026-10-14

Como Citar

Rosa, J. C. F., Avelino, S. de S., Silva, J. F. B. da, França, C. C. S., Reis, E. N. R. de C., Moreira, T. H. G., & Lopes, M. A. B. S. (2026). MANEJO CONSERVADOR DE AMELOBLASTOMA UNICÍSTICO MANDIBULAR: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO – UMA REVISÃO DE LITERATURA. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(10), 1-14. https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.30630

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