OSTEOSSARCOMA MAXILOFACIAL E BIOMARCADORES MOLECULARES: AVANÇOS NO DIAGNÓSTICO PRECOCE, ASPECTOS CLÍNICOS, RADIOGRÁFICOS, HISTOPATOLÓGICOS E TERAPÊUTICOS — REVISÃO DE LITERATURA

Autores

  • Bruna Mabilly Dias UNIPAR
  • Adeline Limberger Centro Universitário Univel image/svg+xml
  • Amanda Ithaides Crespi Centro Universitário Univel image/svg+xml
  • Matheus Francener Centro Universitário Univel image/svg+xml
  • Katiuscia Zago Unioeste
  • Ana karolina Matos UNIOESTE

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29777

Palavras-chave:

Osteossarcoma. Maxilares. Neoplasias de cabeça e pescoço. Biomarcadores moleculares. Diagnóstico precoce. Diagnóstico por imagem.

Resumo

O osteossarcoma maxilofacial é uma neoplasia maligna óssea rara e biologicamente heterogênea, caracterizada pela produção de matriz osteoide por células tumorais e por significativa complexidade diagnóstica. Embora represente uma pequena parcela dos osteossarcomas, quando acomete a maxila e a mandíbula apresenta características clínicas, radiográficas e evolutivas distintas daquelas observadas nos ossos longos. A apresentação clínica pouco específica pode contribuir para atrasos no diagnóstico, tornando necessária a integração entre avaliação clínica, métodos de diagnóstico por imagem, exame histopatológico e investigação molecular. Nesse contexto, os biomarcadores moleculares vêm sendo estudados como ferramentas capazes de complementar os métodos diagnósticos convencionais, possibilitando a identificação de alterações relacionadas à carcinogênese, progressão tumoral, invasividade, metástase e resposta ao tratamento. Entre os potenciais marcadores investigados destacam-se alterações em genes relacionados ao controle do ciclo celular e à reparação do DNA, proteínas associadas à proliferação celular, fatores angiogênicos e moléculas de RNA não codificante, especialmente os microRNAs. Estudos também sugerem que biomarcadores circulantes podem apresentar potencial para auxiliar na estratificação prognóstica e no acompanhamento de pacientes. Entretanto, apesar dos avanços na caracterização molecular do osteossarcoma, a utilização desses marcadores na prática clínica ainda é limitada pela heterogeneidade tumoral, pelo pequeno número de estudos específicos envolvendo lesões maxilofaciais e pela necessidade de validação em populações maiores. Assim, esta revisão de literatura tem como objetivo analisar os principais aspectos clínicos, radiográficos, histopatológicos e terapêuticos do osteossarcoma maxilofacial, com ênfase nas evidências atuais sobre biomarcadores moleculares e sua possível contribuição para o diagnóstico precoce, prognóstico e desenvolvimento de estratégias terapêuticas individualizadas.

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Biografia do Autor

  • Bruna Mabilly Dias, UNIPAR

    Graduada em odontologia na Universidade  paranaense UNIPAR.

  • Adeline Limberger, Centro Universitário Univel

    Graduanda em odontologia no Centro Universitário Univel.

  • Amanda Ithaides Crespi, Centro Universitário Univel

    Graduanda em odontologia no Centro Universitário Univel.

  • Matheus Francener , Centro Universitário Univel

    Graduado em odontologia no Centro Universitário Univel.

  • Katiuscia Zago, Unioeste

    Especialista em cirurgia bucomaxilofacial na Unioeste.

  • Ana karolina Matos, UNIOESTE

    Graduanda em odontologia na UNIOESTE.

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Publicado

2026-08-26

Como Citar

Dias, B. M., Limberger, A., Crespi, A. I., Francener , M., Zago, K., & Matos, A. karolina. (2026). OSTEOSSARCOMA MAXILOFACIAL E BIOMARCADORES MOLECULARES: AVANÇOS NO DIAGNÓSTICO PRECOCE, ASPECTOS CLÍNICOS, RADIOGRÁFICOS, HISTOPATOLÓGICOS E TERAPÊUTICOS — REVISÃO DE LITERATURA. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(8), 1-17. https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29777

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