CARCINOMA DE CÉLULAS ESCAMOSAS DE CABEÇA E PESCOÇO: EPIDEMIOLOGIA, DIAGNÓSTICO, TRATAMENTO E IMPACTO NA QUALIDADE DE VIDA

Autores

  • Juliana Roque Araújo Feltrin UFT
  • Mariana Campos Souza Menezes Instituto de Ensino e Pesquisa da Santa Casa de Belo Horizonte
  • Gabriel Araújo Ferrari Figueiredo HGNI
  • Aline Lopes de Paula Faculdade de Medicina de Itajubá https://orcid.org/0009-0003-4337-0036
  • Heitor Lenin Lisboa dos Santos UERN
  • Dulce do Carmo Conde Universidad Internacional Tres Fronteras
  • Gabriella Isaac de Meira Campos Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einsten
  • Kellen Roberta de Oliveira Maia
  • Daniel Veiga Freire Faculdade Zarns

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.26314

Palavras-chave:

Carcinoma de células escamosas. Câncer de cabeça e pescoço. Diagnóstico. Tratamento. Qualidade de vida.

Resumo

O carcinoma de células escamosas de cabeça e pescoço (CECCP) é uma neoplasia de alta relevância epidemiológica, acometendo predominantemente vias aerodigestivas superiores e apresentando significativa morbidade, mortalidade e impacto funcional, social e estético. Seus principais fatores de risco incluem tabagismo, consumo de álcool, infecção pelo papilomavírus humano (HPV), exposição ocupacional, radiação ionizante e predisposição genética. O diagnóstico precoce depende de avaliação clínica detalhada, exames de imagem avançados e abordagem multidisciplinar, sendo essencial para o prognóstico e preservação de funções vitais. O manejo terapêutico é complexo e individualizado, envolvendo cirurgia, radioterapia, quimioterapia, técnicas minimamente invasivas e imunoterapia, com destaque para a importância da preservação funcional e acompanhamento contínuo. A doença e suas terapias afetam significativamente a qualidade de vida, demandando intervenções de suporte e monitoramento sistemático. Evidências recentes indicam que avanços em diagnóstico precoce, tecnologias cirúrgicas e terapias sistêmicas têm promovido melhora modesta na sobrevida, embora lacunas persistam na prevenção, detecção precoce, manejo da doença avançada e mitigação dos impactos sobre o bem-estar do paciente. Estratégias futuras devem priorizar prevenção, biomarcadores prognósticos, abordagens terapêuticas individualizadas e suporte multidisciplinar, visando otimizar resultados clínicos e qualidade de vida dos indivíduos acometidos pelo CECCP.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Juliana Roque Araújo Feltrin, UFT

Residente em Clínica Médica, Universidade Federal do Tocantins (UFT).

Mariana Campos Souza Menezes, Instituto de Ensino e Pesquisa da Santa Casa de Belo Horizonte

Doutora em Medicina, Instituto de Ensino e Pesquisa da Santa Casa de Belo Horizonte.

Gabriel Araújo Ferrari Figueiredo, HGNI

Especialista em Cirurgia Geral, Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI).

Aline Lopes de Paula, Faculdade de Medicina de Itajubá

Graduada em Medicina, Faculdade de Medicina de Itajubá. 

Heitor Lenin Lisboa dos Santos, UERN

Graduado em Medicina, Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).

Dulce do Carmo Conde, Universidad Internacional Tres Fronteras

Graduada em Medicina, Universidad Internacional Tres Fronteras.

Gabriella Isaac de Meira Campos, Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einsten

Graduanda em Odontologia, Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einsten.

Kellen Roberta de Oliveira Maia

Graduanda em Medicina, Universidade Nove de Julho (UNINOVE).

Daniel Veiga Freire, Faculdade Zarns

Graduando em Medicina, Faculdade Zarns. 

Downloads

Publicado

2026-06-02

Como Citar

Feltrin, J. R. A., Menezes, M. C. S., Figueiredo, G. A. F., Paula, A. L. de, Santos, H. L. L. dos, Conde, D. do C., … Freire, D. V. (2026). CARCINOMA DE CÉLULAS ESCAMOSAS DE CABEÇA E PESCOÇO: EPIDEMIOLOGIA, DIAGNÓSTICO, TRATAMENTO E IMPACTO NA QUALIDADE DE VIDA. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(6), 1–14. https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.26314