A EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO STF QUANTO À APLICAÇÃO DO PRINCÍPIO DA PRESUNÇÃO DA INOCÊNCIA NO PROCESSO PENAL

Autores

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.26505

Palavras-chave:

Presunção de inocência. Prisão preventiva. Supremo Tribunal Federal. Jurisprudência constitucional. Segurança jurídica.

Resumo

O presente trabalho analisa, sob perspectiva constitucional e jurisprudencial, a aplicação do princípio da presunção de inocência no processo penal brasileiro, com ênfase nas tensões e contradições observadas na atuação do Supremo Tribunal Federal. Parte-se da compreensão da não culpabilidade como garantia fundamental estruturante, examinando-se sua relação com a prisão preventiva e com a vedação à execução da pena antes do trânsito em julgado. A pesquisa evidencia que, embora o STF reafirme, em regra, a impossibilidade de execução antecipada da pena, admite exceções em contextos específicos, como no Tribunal do Júri, revelando uma aplicação não uniforme do referido princípio. Busca-se, assim, demonstrar como essas oscilações interpretativas impactam a segurança jurídica e a coerência da jurisprudência constitucional, contribuindo para o debate acerca dos limites do poder punitivo estatal e da efetividade das garantias fundamentais.

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Biografia do Autor

  • Arnaldo Vitor Carneiro Mota, Faculdade São Lucas

    Acadêmico de Diretio da Faculdade São Lucas.

  • Marcos Vinicius de Oliveira Santos, Faculdade São Lucas

    Acadêmico de Direito da Faculdade São Lucas. 

  • Dandy Jesus Leite Borges, Centro Universitário Leonardo da Vinci

    Orientador, Docente, Centro Universitário São Lucas – São Lucas Porto Velho-RO, Especialista em Prevenção e Repressão à Corrupção pela Universidade Estácio de Sá; Especialista em Direito Penal e Processo Penal pelo Centro Universitário Leonardo da Vinci.

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Publicado

2026-05-13

Como Citar

Mota, A. V. C., Santos, M. V. de O., & Borges, D. J. L. (2026). A EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO STF QUANTO À APLICAÇÃO DO PRINCÍPIO DA PRESUNÇÃO DA INOCÊNCIA NO PROCESSO PENAL. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(5), 1-18. https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.26505