MANEJO DA ESQUIZOFRENIA RESISTENTE AO TRATAMENTO: EVIDÊNCIAS ATUAIS E PERSPECTIVAS CLÍNICAS

Autores

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.24326

Palavras-chave:

Esquizofrenia. Antipsicóticos. Biomarcadores. Prognóstico.

Resumo

Este estudo teve como objetivo analisar e sintetizar criticamente as evidências disponíveis na literatura acerca do manejo da esquizofrenia resistente ao tratamento, com ênfase nas estratégias farmacológicas e não farmacológicas, nos desafios relacionados à resistência à clozapina e nas perspectivas emergentes para a prática clínica. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, de caráter descritivo e analítico, realizada a partir de busca na base de dados PubMed/MEDLINE, utilizando descritores relacionados à esquizofrenia resistente, clozapina, resistência terapêutica e estratégias de manejo. Foram incluídos estudos publicados em inglês, sem restrição temporal, priorizando revisões sistemáticas, meta-análises, ensaios clínicos randomizados, consensos e diretrizes. Os resultados evidenciaram que a esquizofrenia resistente acomete aproximadamente 20% a 30% dos pacientes, estando associada a maior gravidade clínica e pior prognóstico funcional. A clozapina permanece como tratamento de escolha, embora uma parcela significativa apresente resistência ao seu uso, demandando estratégias adicionais como otimização terapêutica, associações farmacológicas, intervenções psicossociais e eletroconvulsoterapia. Ademais, avanços em biomarcadores e ferramentas preditivas apontam para abordagens mais individualizadas no futuro. Conclui-se que o manejo da esquizofrenia resistente requer uma abordagem integrada, baseada em evidências, com necessidade de pesquisas adicionais que aprimorem a efetividade e a personalização do cuidado.

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Biografia do Autor

  • Luana França Chaves Marcondes, FAMINAS

    Graduanda em Medicina, Faculdade de Minas Belo Horizonte – FAMINAS BH.

  • Luisa Esther Antunes Freitas, UNINORTE

    Graduanda em Medicina, Centro Universitário do Norte de Minas-UNINORTE Minas 

  • Julia Gauer Gomides Tavares, FIMCA

    Graduanda em Medicina, Centro Universitário Aparício Carvalho – FIMCA.

  • Sarah Hartmann Donadoni, FIMCA

    Graduanda em Medicina, Centro Universitário Aparício Carvalho – FIMCA.

  • Gabriella Oliveira Silva, UNITPAC

    Graduada em Medicina, Centro Universitário Tocantinense Presidente Antônio Carlos – UNITPAC.

  • Sabrini Bernardi, FASEH

    Graduanda em Medicina, Faculdade da Saúde e Ecologia Humana – FASEH.

  • Raissa Garcia de Abreu, UNIBH

    Graduanda em Medicina,Centro Universitário de Belo Horizonte – UNIBH.

  • Cristiana Chiaverini Sampaio Corrêa, Estácio

    Graduada em Medicina, Estácio.

  • Júlia Silveira Rocha, UNICEUB

    Graduanda em Medicina, Centro Universitário de Brasília – UNICEUB.

  • Warlen Washington Chagas de Oliveira, FAMINAS

    Graduando em Medicina, Faculdade de Minas – FAMINAS.

  • João Lucas de Jesus da Silva Paixão, UNICAMP

    Graduado em Medicina, Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP.

  • Bruna Soares David, PUC

    Graduanda em Medicina, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais – PUC Minas.

  • Julia Ornellas Costa, FCMMG

    Graduanda em Medicina, Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais – FCMMG.

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Publicado

2026-03-03

Como Citar

Marcondes, L. F. C., Freitas, L. E. A., Tavares, J. G. G., Donadoni, S. H., Silva, G. O., Bernardi, S., Abreu, R. G. de, Corrêa, C. C. S., Rocha, J. S., Oliveira, W. W. C. de, Paixão, J. L. de J. da S., David, B. S., & Costa, J. O. (2026). MANEJO DA ESQUIZOFRENIA RESISTENTE AO TRATAMENTO: EVIDÊNCIAS ATUAIS E PERSPECTIVAS CLÍNICAS. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(3), 1-10. https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.24326

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