DEPRESSÃO RESISTENTE AO TRATAMENTO: QUANDO ESCALAR A TERAPIA E REPENSAR O DIAGNÓSTICO

Autores/as

  • Yolanda Sabrine Galhardi Maria Bento Universidad Internacional Tres Fronteras - UNINTER
  • Nathália Barroso Ferreira Lima Brito Campos Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais (FCMMG)
  • Maria Fernanda Pereira Mota Centro Universitário Governador Ozanam Coelho (UNIFAGOC)
  • Maria Júlia Azevedo Prado Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais (FCMMG)
  • Manoela de Abreu Merçon Neves Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais (FCMMG)

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29427

Palabras clave:

Transtorno Depressivo Resistente a Tratamento. Transtorno Depressivo Maior. Antidepressivos. Transtorno Bipolar. Eletroconvulsoterapia.

Resumen

A ausência de remissão após ensaios antidepressivos sucessivos é desfecho frequente no transtorno depressivo maior e costuma ser rotulada como depressão resistente ao tratamento, categoria que reúne situações clínicas heterogêneas e nem sempre equivalentes. Esta revisão narrativa crítica teve por objetivo discutir dois movimentos decisórios diante da resposta insuficiente: quando intensificar a terapêutica e quando suspeitar de diagnóstico incorreto ou incompleto. A partir de literatura recuperada em bases biomédicas e em diretrizes recentes, examinam-se os limites conceituais da resistência e os modelos de estadiamento, a necessidade de afastar a pseudorresistência decorrente de dose insuficiente, tempo inadequado e baixa adesão, e a reavaliação diagnóstica com atenção à bipolaridade não reconhecida, às comorbidades e às condições clínicas que mimetizam depressão. Propõe-se um algoritmo de decisão por cenário clínico e discutem-se as estratégias de escalonamento e as intervenções de ação rápida e somáticas, distinguindo a escetamina intranasal da cetamina racêmica intravenosa. Conclui-se que a decisão de escalar só é racional depois de reconfirmados o diagnóstico e a adequação do tratamento, ressalvadas as situações graves que exigem intervenção rápida.

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Biografía del autor/a

  • Yolanda Sabrine Galhardi Maria Bento, Universidad Internacional Tres Fronteras - UNINTER

    Universidad Internacional Tres Fronteras - UNINTER.

  • Nathália Barroso Ferreira Lima Brito Campos, Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais (FCMMG)

    Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais (FCMMG).

  • Maria Fernanda Pereira Mota, Centro Universitário Governador Ozanam Coelho (UNIFAGOC)

    Centro Universitário Governador Ozanam Coelho (UNIFAGOC).

  • Maria Júlia Azevedo Prado, Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais (FCMMG)

    Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais (FCMMG).

  • Manoela de Abreu Merçon Neves, Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais (FCMMG)

    Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais (FCMMG).

Publicado

2026-08-07

Cómo citar

Bento, Y. S. G. M., Campos, N. B. F. L. B., Mota, M. F. P., Prado, M. J. A., & Neves, M. de A. M. (2026). DEPRESSÃO RESISTENTE AO TRATAMENTO: QUANDO ESCALAR A TERAPIA E REPENSAR O DIAGNÓSTICO. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(8), 1-15. https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29427

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