PANORAMA EPIDEMIOLÓGICO DA MIOMECTOMIA E MIOMECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA NO RIO DE JANEIRO NOS ÚLTIMOS 5 ANOS

Autores

  • Marina Cavalcanti Rodrigues de Aguiar Universidade de Vassouras
  • Julia da Silveira Pacheco Ferraz Universidade de Vassouras
  • Letícia Soares Fonseca Universidade de Vassouras
  • Luísa de Moura Matioli Universidade de Vassouras
  • Maria Eduarda Guedes Peixoto Universidade de Vassouras
  • Aline Trovão Queiroz Universidade de Vassouras

Palavras-chave:

Mioma. Leiomioma. Miomectomia.

Resumo

Os miomas uterinos são tumores benignos que tem alta prevalência na população feminina. Existem diversos tratamentos sintomáticos para os leiomiomas, mas dentre os tratamentos definitivos a miomectomia tem se tornado o tratamento de escolha devido a sua capacidade de preservar a fertilidade da mulher. O objetivo do presente estudo foi fazer uma análise epidemiológica comparativa entre a miomectomia por via abdominal e por via videolaparoscópica no Estado do Rio de Janeiro no período compreendido entre outubro de 2015 a outubro 2020. Este estudo é do tipo transversal, observacional e retrospectivo com base em dados secundários e epidemiológicos da plataforma digital do DATASUS- Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS) do Ministério da Saúde. Foi encontrado um total de 1.461 internações sendo 1.232 por via abdominal e 229 por via videolaparoscópica. Em relação ao valor médio gasto em cada internação, a por via abdominal tem um custo médio de R$633,50 e a por via videolaparoscópica de R$553,25. A duração média de cada internação para a realização do procedimento é menor quando utilizada a via videolaparoscópica em comparação com a abdominal sendo de 2,55 e 3,41 dias respectivamente. Com os resultados obtidos no estudo é possível perceber que apesar das vantagens na técnica videolaparoscópica, o número de cirurgias realizas com esta técnica é muito baixo em comparação com a miomectomia aberta, sendo necessário a realização de mais estudos para ampliar a adesão da técnica minimamente invasiva pelos cirurgiões ginecológicos.

Biografia do Autor

Marina Cavalcanti Rodrigues de Aguiar, Universidade de Vassouras

Discente do Curso de Medicina da Universidade de Vassouras. Vassouras, Rio de Janeiro, Brasil.

Julia da Silveira Pacheco Ferraz, Universidade de Vassouras

Discente do Curso de Medicina da Universidade de Vassouras. Vassouras, Rio de Janeiro, Brasil.

Letícia Soares Fonseca, Universidade de Vassouras

Discente do Curso de Medicina da Universidade de Vassouras. Vassouras, Rio de Janeiro, Brasil.

Luísa de Moura Matioli, Universidade de Vassouras

Docente do Curso de Medicina da Universidade de Vassouras. Vassouras, Rio de Janeiro, Brasil.

Maria Eduarda Guedes Peixoto, Universidade de Vassouras

Discente do Curso de Medicina da Universidade de Vassouras. Vassouras, Rio de Janeiro, Brasil.

Aline Trovão Queiroz, Universidade de Vassouras

Docente do Curso de Medicina da Universidade de Vassouras. Vassouras, Rio de Janeiro, Brasil.

 

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Publicado

30/04/2022

Como Citar

Aguiar, M. C. R. de ., Ferraz, J. da S. P. ., Fonseca, L. S. ., Matioli, . L. de M. ., Peixoto, M. E. G. ., & Queiroz, A. T. . (2022). PANORAMA EPIDEMIOLÓGICO DA MIOMECTOMIA E MIOMECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA NO RIO DE JANEIRO NOS ÚLTIMOS 5 ANOS. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 8(4), 1091–1102. Recuperado de https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/5120

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