A PROPAGANDA POLÍTICA DIGITAL E A INTEGRIDADE ELEITORAL: UMA ANÁLISE CONSTITUCIONAL E COMPARADA SOBRE OS LIMITES DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO NO AMBIENTE DIGITAL

Autores

  • Jadson Maia dos Santos Must University
  • Luiz Octavio de Andrade Torno Must University
  • Leandro Barcellos Venturin UCES
  • Clevis Francisco de Melo Must University
  • Flávia Dorotéa Pascoa Must University
  • Angelica Karina Antunes da Silva Must University

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29751

Palavras-chave:

Liberdade de Expressão. Processo Eleitoral. Fake News.

Resumo

O presente artigo investiga a complexa tensão entre a liberdade de expressão e a preservação do processo eleitoral na propaganda política digital. O advento das redes sociais transformou o debate público, trazendo desafios como a desinformação (fake news), o impulsionamento para microdirecionamento e o uso de redes inautênticas. Diante desse cenário, questiona-se até que ponto a liberdade de expressão (art. 5º, IV e IX, da Constituição Federal) pode ser restringida para assegurar a lisura, a isonomia e a autenticidade das eleições. A metodologia empregada é qualitativa, bibliográfica e documental, fundamentada na análise da legislação, da doutrina jus-constitucional e da jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), utilizando a teoria da colisão de direitos fundamentais e o princípio da proporcionalidade. O estudo analisa os danos do ambiente digital e as respostas institucionais do TSE. Conclui-se que a liberdade de expressão não é um direito absoluto, podendo sofrer restrições excepcionais quando seu exercício abusivo ameaçar a soberania popular e a normalidade democrática. Contudo, tais intervenções devem ser estritamente proporcionais, adequadas e fundamentadas, vedando-se a censura prévia e assegurando-se o devido processo legal.

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Biografia do Autor

Jadson Maia dos Santos, Must University

Mestrando em Estudos Jurídicos com Ênfase em Direito Internacional, MUST University (MUST), Flórida, stados Unidos. 

Luiz Octavio de Andrade Torno, Must University

Mestrando em Estudos Jurídicos com Ênfase em Direito Internacional, MUST University (MUST), Flórida, Estados Unidos.

Leandro Barcellos Venturin, UCES

Doutorando em Direito, Universidad de Ciencias Empresariales y Sociales (UCES), Buenos Aires, Argentina. 

Clevis Francisco de Melo, Must University

Mestrando em Estudos Jurídicos com Ênfase em Direito Internacional, MUST University (MUST), Flórida, Estados Unidos. 

Flávia Dorotéa Pascoa, Must University

Mestrando em Estudos Jurídicos com Ênfase em Direito Internacional, MUST University (MUST), Flórida, Estados Unidos. 

Angelica Karina Antunes da Silva, Must University

Mestrando em Estudos Jurídicos com Ênfase em Direito Internacional, MUST University (MUST), Flórida, Estados Unidos.

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Publicado

2026-08-24

Como Citar

Santos, J. M. dos, Torno, L. O. de A., Venturin, L. B., Melo, C. F. de, Pascoa, F. D., & Silva, A. K. A. da. (2026). A PROPAGANDA POLÍTICA DIGITAL E A INTEGRIDADE ELEITORAL: UMA ANÁLISE CONSTITUCIONAL E COMPARADA SOBRE OS LIMITES DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO NO AMBIENTE DIGITAL. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(8), 1–19. https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29751