REFLUJO LARINGOFARÍNGEO Y SU RELACIÓN CON LA TOS CRÓNICA

Autores/as

  • Camila Borges Teixeira FAMERP
  • Thiago Mendes Assunção Faculdade Atenas Passos
  • Ana Clara Blaia Centro Universitário de Adamantina image/svg+xml
  • Grasielle Vasconcélos Ribeiro Universidade de Rio Verde image/svg+xml
  • Bruna Florentino Diniz Silva Universidade Nove de Julho image/svg+xml
  • Natália Aparecida Bonini Faculdade Morgana Potrich
  • Letícia Assunção Corrêa Faculdade UNA
  • Maria Inês Almeida Matos Neta UNILAGO
  • Gustavo Dorneles Lobo Moura Universidade de Rio Verde image/svg+xml
  • Luizmar Socorro Torres Filho Universidade de Rio Verde image/svg+xml
  • Luísa de Jesuz Teixeira da Costa UNIFAE
  • Pétrius Teixeira Piazza Universidade Nove de Julho image/svg+xml
  • Isadora Duarte Sales Faculdade de Medicina de Barbacena
  • Bárbara Luiza Pereira Universidade Evangelica de Goiás image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29614

Palabras clave:

Reflujo Laringofaríngeo. Tos Crónica. Reflujo Gastroesofágico.

Resumen

El reflujo laringofaríngeo (RLF) se caracteriza por el retorno retrógrado del contenido gástrico a las vías respiratorias superiores, diferenciándose del reflujo gastroesofágico clásico (ERGE) al afectar estructuras que carecen de defensas mucosas robustas. El daño tisular está mediado por la acción enzimática de la pepsina activada y la irritación química directa, lo que desencadena un proceso inflamatorio crónico en la laringe. La tos crónica asociada al RLF se debe principalmente a la activación de las fibras aferentes del nervio vago y al establecimiento de hipersensibilidad neural periférica y central de los receptores laríngeos. Dado que muchos pacientes no presentan síntomas esofágicos clásicos, el diagnóstico requiere un alto grado de sospecha clínica, respaldado por cuestionarios de síntomas, laringoscopia y exploraciones dinámicas como la monitorización de pH-impedancia. El tratamiento es multimodal y complejo. Requiere modificaciones rigurosas en el estilo de vida y la dieta, supresión prolongada de la acidez con inhibidores de la bomba de protones o bloqueadores de la cápsula protónica, el uso de alginatos protectores, terapia del habla y, en casos refractarios con hipersensibilidad neural establecida, el uso de neuromoduladores centrales para interrumpir el ciclo de la tos.

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Biografía del autor/a

  • Camila Borges Teixeira, FAMERP

    Médica pelo Centro Universitário Municipal de Franca Uni-FACEF e Residente em Clínica Médica pela FAMERP.

  • Thiago Mendes Assunção, Faculdade Atenas Passos

    Acadêmico de Medicina pela Faculdade Atenas Passos. 

  • Ana Clara Blaia, Centro Universitário de Adamantina

    Acadêmica de Medicina pelo Centro Universitário de Adamantina.

  • Grasielle Vasconcélos Ribeiro, Universidade de Rio Verde

    Fisioterapeuta pela PUC- GO e Acadêmica de Medicina pela Universidade de Rio Verde.

  • Bruna Florentino Diniz Silva, Universidade Nove de Julho

    Acadêmica de Medicina pela Universidade Nove de Julho. 

  • Natália Aparecida Bonini, Faculdade Morgana Potrich

    Acadêmica de Medicina pela Faculdade Morgana Potrich. 

  • Letícia Assunção Corrêa, Faculdade UNA

    Acadêmica de Medicina pela Faculdade UNA. 

  • Maria Inês Almeida Matos Neta, UNILAGO

    Acadêmica de Medicina pela Universidade dos grandes Lagos - UNILAGO. 

  • Gustavo Dorneles Lobo Moura, Universidade de Rio Verde

    Médico pela Universidade de Rio Verde. 

  • Luizmar Socorro Torres Filho, Universidade de Rio Verde

    Médico pela Universidade de Rio Verde. 

  • Luísa de Jesuz Teixeira da Costa, UNIFAE

    Médica pela UNIFAE. 

  • Pétrius Teixeira Piazza, Universidade Nove de Julho

    Médico pela Universidade Nove de Julho. 

  • Isadora Duarte Sales, Faculdade de Medicina de Barbacena

    Médica pela Faculdade de Medicina de Barbacena. 

  • Bárbara Luiza Pereira, Universidade Evangelica de Goiás

    Médica pela Universidade Evangélica de Goiás. 

Publicado

2026-08-21

Cómo citar

Teixeira, C. B., Assunção, T. M., Blaia, A. C., Ribeiro, G. V., Silva, B. F. D., Bonini, N. A., Corrêa, L. A., Matos Neta, M. I. A., Moura, G. D. L., Torres Filho, L. S., Costa, L. de J. T. da, Piazza, P. T., Sales, I. D., & Pereira, B. L. (2026). REFLUJO LARINGOFARÍNGEO Y SU RELACIÓN CON LA TOS CRÓNICA. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(8), 1-9. https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29614