AVANÇOS CONTEMPORÂNEOS NA RECONSTRUÇÃO ORBITÁRIA PÓS-TRAUMA: UMA REVISÃO DA LITERATURA

Autores

  • Sandra Raquel Medeiros Saito Faculdade Centro de Treinamento Acadêmico
  • Alexandre Vitor Soares Universidade Paulista image/svg+xml
  • João Henrique Rolde Universidade Paranaense image/svg+xml
  • Eduarda Rasweiler Faccio Universidade Paranaense image/svg+xml
  • Mariana Dronov Murgi UNIGRAN
  • Gabriela Kestring Klein Universidade Estadual do Oeste do Paraná image/svg+xml
  • Eduardo Dornas Fonseca Universidade Federal da Paraíba image/svg+xml
  • Maria Eduarda Viana Baron Torres da Costa Univel
  • Tayane Beatris Bernardis Univel
  • Elane Mendes Zubko Univel
  • Kamylla Carvalho de Souza Faculdade Sete Lagoas
  • Carla Regina Massaro Universidade Estadual do Oeste do Paraná image/svg+xml
  • Maria Eduarda de Andrade Oliveira Universidade Paranaense image/svg+xml
  • Heloisa Proença Tonin Universidade Estadual do Oeste do Paraná image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.29213

Palavras-chave:

Órbita. Traumatismos Faciais. Fraturas Ósseas. Procedimentos de Reconstrução.

Resumo

A reconstrução orbitária pós-traumática representa um dos maiores desafios da cirurgia bucomaxilofacial devido à complexidade anatômica da órbita e à necessidade de restaurar simultaneamente a função ocular e a estética facial. Este estudo teve como objetivo revisar a literatura científica recente sobre as principais técnicas de reconstrução orbitária após trauma, enfatizando os avanços tecnológicos, os materiais reconstrutivos, as complicações pós-operatórias e as perspectivas atuais de tratamento. Foi realizada uma revisão narrativa da literatura, por meio da análise de artigos publicados em periódicos internacionais indexados, abordando técnicas cirúrgicas, planejamento virtual tridimensional, navegação computadorizada, implantes específicos para o paciente e malhas de titânio. Os estudos analisados demonstraram que a incorporação de tecnologias digitais aumentou significativamente a precisão da reconstrução orbitária, favorecendo melhor restauração do volume da órbita, redução da incidência de enoftalmo e diplopia e melhores resultados estéticos e funcionais. A malha de titânio permanece como o material mais utilizado, enquanto os implantes específicos para o paciente apresentam maior previsibilidade anatômica, embora seu uso ainda seja limitado pelo custo e pela disponibilidade tecnológica. Conclui-se que o planejamento cirúrgico individualizado, associado às tecnologias tridimensionais e à abordagem multidisciplinar, contribui para melhores desfechos clínicos e para a reabilitação integral de pacientes com trauma orbitário.

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Biografia do Autor

  • Sandra Raquel Medeiros Saito, Faculdade Centro de Treinamento Acadêmico

    Discente do curso de Odontologia na Faculdade Centro de Treinamento Acadêmico.

  • Alexandre Vitor Soares, Universidade Paulista

    Cirurgião  Dentista pela Universidade Paulista.

  • João Henrique Rolde, Universidade Paranaense

    Discente do curso de Odontologia na Universidade Paranaense.

  • Eduarda Rasweiler Faccio, Universidade Paranaense

    Discente do curso de Odontologia na Universidade Paranaense.

  • Mariana Dronov Murgi, UNIGRAN

    Discente do curso de Odontologia na UNIGRAN.

  • Gabriela Kestring Klein, Universidade Estadual do Oeste do Paraná

    Discente do curso de Odontologia na Universidade Estadual do Oeste do Paraná.

  • Eduardo Dornas Fonseca, Universidade Federal da Paraíba

    Residente em Cirurgia Bucomaxilofacial da Universidade Federal da Paraíba.

  • Maria Eduarda Viana Baron Torres da Costa, Univel

    Discente do curso de Odontologia na Univel.

  • Tayane Beatris Bernardis, Univel

    Discente do curso de Odontologia na Univel.

  • Elane Mendes Zubko, Univel

    Discente do curso de Odontologia na Univel.

  • Kamylla Carvalho de Souza, Faculdade Sete Lagoas

    Pós graduanda em Implantodontia e Prótese dentária na Faculdade Sete Lagoas.

  • Carla Regina Massaro, Universidade Estadual do Oeste do Paraná

    Mestre em Odontologia pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná.

  • Maria Eduarda de Andrade Oliveira, Universidade Paranaense

    Cirurgiã dentista pela Universidade Paranaense.

  • Heloisa Proença Tonin, Universidade Estadual do Oeste do Paraná

    Discente do curso de Odontologia  na Universidade Estadual do Oeste do Paraná.

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Publicado

2026-08-03

Como Citar

Saito, S. R. M., Soares, A. V., Rolde, J. H., Faccio, E. R., Murgi, M. D., Klein, G. K., Fonseca, E. D., Costa, M. E. V. B. T. da, Bernardis, T. B., Zubko, E. M., Souza, K. C. de, Massaro, C. R., Oliveira, M. E. de A., & Tonin, H. P. (2026). AVANÇOS CONTEMPORÂNEOS NA RECONSTRUÇÃO ORBITÁRIA PÓS-TRAUMA: UMA REVISÃO DA LITERATURA. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(8), 1-19. https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.29213

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