(I)LIMITAÇÕES DA LINGUAGEM EM LÂMINAS, DE DHEYNE DE SOUZA

Autores

  • Keully Cesário Vaz PIBID
  • Maria Aparecida Barros UFMG

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.29077

Palavras-chave:

Poesia goiana. Dheyne de Souza. Experimentalismos linguísticos.

Resumo

Esse artigo objetivou identificar e investigar os recursos estilísticos construídos pela poeta Dheyne de Souza, por meio da linguagem, para relacionar-se ao mundo que a cerca. Tendo como corpus a obra Lâminas - em especial, os poemas: “tem um lado do lago que esconde a língua”; “um bêbado deitado no frio” e “uma vírgula no corpo” – destacou-se como suas construções experimentais e abruptas edificam um diálogo profícuo com o mundo e a linguagem, seja por meio da problematização desta, seja por meio da indicação de suas limitações e inovações. Metodologicamente, o estudo é de caráter bibliográfico e crítico com ênfase na interpretação do corpus selecionado, amparado por referências teóricas que discutem poesia, resistência e limitações da linguagem, como Alfredo Bosi (2000) e João Alexandre Barbosa (1974), principalmente. Ao explorar convergências e divergências, buscou-se iluminar aspectos centrais da obra Lâminas, promovendo uma reflexão sobre sua contribuição para a consolidação da poesia goiana.

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Biografia do Autor

Keully Cesário Vaz, PIBID

Graduanda do curso de Letras Português/Inglês da Universidade Estadual de Goiás. Membro do programa de Iniciação à docência (PIBID).

Maria Aparecida Barros, UFMG

Pós-doutorado em Literaturas Vernáculas (UFMG). Doutorado e Mestrado em Letras e Linguística (UFG). Professora adjunta do curso de Letras da Universidade Estadual de Goiás.

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Publicado

2026-07-24

Como Citar

Vaz, K. C., & Barros, M. A. (2026). (I)LIMITAÇÕES DA LINGUAGEM EM LÂMINAS, DE DHEYNE DE SOUZA. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(7), 1–14. https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.29077