(I)LIMITAÇÕES DA LINGUAGEM EM LÂMINAS, DE DHEYNE DE SOUZA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.29077Palavras-chave:
Poesia goiana. Dheyne de Souza. Experimentalismos linguísticos.Resumo
Esse artigo objetivou identificar e investigar os recursos estilísticos construídos pela poeta Dheyne de Souza, por meio da linguagem, para relacionar-se ao mundo que a cerca. Tendo como corpus a obra Lâminas - em especial, os poemas: “tem um lado do lago que esconde a língua”; “um bêbado deitado no frio” e “uma vírgula no corpo” – destacou-se como suas construções experimentais e abruptas edificam um diálogo profícuo com o mundo e a linguagem, seja por meio da problematização desta, seja por meio da indicação de suas limitações e inovações. Metodologicamente, o estudo é de caráter bibliográfico e crítico com ênfase na interpretação do corpus selecionado, amparado por referências teóricas que discutem poesia, resistência e limitações da linguagem, como Alfredo Bosi (2000) e João Alexandre Barbosa (1974), principalmente. Ao explorar convergências e divergências, buscou-se iluminar aspectos centrais da obra Lâminas, promovendo uma reflexão sobre sua contribuição para a consolidação da poesia goiana.
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