ESTRATÉGIAS FARMACOLÓGICAS PARA PROFILAXIA DE NÁUSEAS E VÔMITOS PÓS-OPERATÓRIOS

Autores

  • Geovanna Porto Inácio Hospital Estadual de Anápolis Dr. Henrique Santillo
  • Paulo Vítor Ferreira dos Passos Centro Universitário Padre Albino
  • Matheus Moreira Borba Universidade de Rio Verde image/svg+xml
  • Gabriel Gonçalves Rezende Oliveira Universidade Evangelica de Goiás image/svg+xml
  • Luís Felipe Gonçalves de Souza Universidade de Rio Verde image/svg+xml
  • Milton Pereira de Araújo Júnior Hospital Felício Rocho image/svg+xml
  • Camila Almeida de Figueiredo Hospital Santa Marcelina image/svg+xml
  • Bárbara Costa Nascimento Universidade Federal do Cariri image/svg+xml
  • Daniela Bruna Martins Abreu Universidade Federal de Goiás image/svg+xml
  • Giovana Pereira Benevides Centro Universit´ário de Pinhais

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.27605

Palavras-chave:

Antieméticos. Profilaxia. Anestesia.

Resumo

As náuseas e os vômitos pós-operatórios (NVPO) permanecem entre os eventos adversos mais frequentes e desconfortáveis após procedimentos cirúrgicos, podendo atrasar a alta, aumentar o uso de antieméticos de resgate e comprometer a satisfação do paciente. Este artigo teve como objetivo analisar as principais estratégias farmacológicas utilizadas na profilaxia de NVPO em pacientes cirúrgicos, com ênfase na eficácia de antieméticos isolados e combinados. Foi realizada uma revisão sistemática qualitativa da literatura dos últimos cinco anos, abrangendo publicações de 2021 a 2026 nas bases PubMed/MEDLINE, SciELO, LILACS, Cochrane Library e periódicos indexados. Foram utilizados descritores como postoperative nausea and vomiting, PONV, antiemetics, prophylaxis, ondansetron, dexamethasone, aprepitant, fosaprepitant e amisulpride. Após triagem segundo critérios de elegibilidade e adaptação do fluxograma PRISMA 2020, cinco estudos foram selecionados para compor a revisão. Os achados indicam que a profilaxia multimodal, especialmente com fármacos de classes diferentes, apresenta desempenho superior à monoterapia em pacientes com risco moderado ou elevado. Dexametasona, antagonistas 5-HT3, antagonistas NK1 e antagonistas dopaminérgicos seletivos como amisulprida destacam-se como alternativas relevantes, desde que consideradas dose, momento de administração, perfil de risco e eventos adversos. Conclui-se que a profilaxia farmacológica deve ser individualizada, baseada em risco e preferencialmente multimodal nos pacientes mais suscetíveis.

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Biografia do Autor

  • Geovanna Porto Inácio, Hospital Estadual de Anápolis Dr. Henrique Santillo

    Médica, Residência em Anestesiologia, Hospital Estadual de Anápolis Dr. Henrique Santillo.

  • Paulo Vítor Ferreira dos Passos, Centro Universitário Padre Albino

    Médico, Residência em Anestesiologia, Centro Universitário Padre Albino.

  • Matheus Moreira Borba, Universidade de Rio Verde

    Médico, Universidade de Rio Verde.  

  • Gabriel Gonçalves Rezende Oliveira, Universidade Evangelica de Goiás

    Médico, Universidade Evangélica de Goiás. 

  • Luís Felipe Gonçalves de Souza, Universidade de Rio Verde

    Médico, Especialização em Psiquiatria, Universidade de Rio Verde, Faculdade CENBRAP.

  • Milton Pereira de Araújo Júnior, Hospital Felício Rocho

    Médico, Residência em Cirurgia Geral, Hospital Felício Rocho.  

  • Camila Almeida de Figueiredo, Hospital Santa Marcelina

    Médica, Residência em Anestesiologia, Hospital Santa Marcelina. figueiredo.cami@gmail.com.

  • Bárbara Costa Nascimento, Universidade Federal do Cariri

    Médica, Universidade Federal do Cariri.  

  • Daniela Bruna Martins Abreu, Universidade Federal de Goiás

    Médica, Universidade Federal de Goiás. 

  • Giovana Pereira Benevides, Centro Universit´ário de Pinhais

    Discente em Medicina, Centro Universitário de Pinhais.

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Publicado

2026-07-03

Como Citar

Inácio, G. P., Passos, P. V. F. dos, Borba, M. M., Oliveira, G. G. R., Souza, L. F. G. de, Araújo Júnior, M. P. de, Figueiredo, C. A. de, Nascimento, B. C., Abreu, D. B. M., & Benevides, G. P. (2026). ESTRATÉGIAS FARMACOLÓGICAS PARA PROFILAXIA DE NÁUSEAS E VÔMITOS PÓS-OPERATÓRIOS. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(7), 1-10. https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.27605