USO RACIONAL DE ANTI-INFLAMATÓRIOS NÃO ESTEROIDAIS (AINES): RISCOS, BENEFÍCIOS E ESTRATÉGIAS DE OTIMIZAÇÃO

Autores

  • Ricardo Luís da Silva Universidade Iguaçu
  • Leonardo Guimarães de Andrade Universidade Iguaçu
  • Alex Sandro Rodrigues Baiense UNIG

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.27580

Palavras-chave:

Anti-inflamatórios não esteroidais. Uso racional de medicamentos. Automedicação. reações adversas. Segurança do paciente.

Resumo

Os anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) são entre os medicamentos mais usados para tratar dor, febre e inflamação. Embora sejam muito eficazes para o tratamento, a administração inadequada ou prolongada desses medicamentos pode levar a uma série de efeitos colaterais, particularmente nos sistemas gastrointestinal, renal e cardiovascular. A automedicação, aliada ao fácil acesso aos AINEs, aumenta o uso inadequado desses medicamentos, o que configura um sério problema de saúde pública. Por isso, discutir estratégias que estimulem o uso seguro e consciente desses fármacos é fundamental. Este trabalho teve como intuito, a partir da literatura científica, avaliar o uso racional dos AINEs, levando em conta os principais benefícios terapêuticos, os riscos do uso inadequado e as estratégias que favorecem uma farmacoterapia segura. É uma pesquisa qualitativa, descritiva e exploratória, realizada por meio de uma revisão da literatura nas bases de dados BVS, PubMed e SciELO, onde foram utilizados descritores da temática, interligados por operadores booleanos. Os resultados demonstraram que os AINEs são altamente eficazes do ponto de vista clínico e são utilizados em várias áreas de tratamento. No entanto, o uso excessivo está ligado a um aumento nas reações adversas, interações entre medicamentos e complicações clínicas, especialmente entre grupos vulneráveis, como os idosos e aqueles com doenças crônicas. Também se constatou que a falta de informação, o fácil acesso e a cultura da automedicação são fatores que contribuem de maneira significativa para o uso irracional desses medicamentos.  Portanto, a segurança e a eficácia no uso dos AINEs estão diretamente ligadas ao seu uso consciente e responsável, o que só será possível por meio de estratégias que incluam educação em saúde, monitoramento farmacoterapêutico e a intervenção proativa do farmacêutico na orientação ao paciente. Assim, o fortalecimento dessas práticas é fundamental para minimizar riscos, aprimorar os resultados clínicos e garantir uma assistência em saúde mais segura e de melhor qualidade.

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Biografia do Autor

Ricardo Luís da Silva, Universidade Iguaçu

Bacharelando em Farmácia pela Universidade Iguaçu.

Leonardo Guimarães de Andrade, Universidade Iguaçu

Professor na Universidade Iguaçu, Universidade Estácio de Sá Nos cursos de Farmácia e Fisioterapia, Curso de graduação em Odontologia, Formação Enfermagem e cirurgião Dentista, Especialista em Endodontia. Especialista em Ortodontia,Especialista Harmonização Orofacil, Especialista em Odontologia Hospitalar, Mestrado em Doenças Parasitárias, Mestrado em Ciências Ambientais, Doutorando em Odontologia, Professor Orientador e professor da disciplina Trabalho de conclusão de curso.

Alex Sandro Rodrigues Baiense, UNIG

Professor Universitário da UNIVERSIDADE IGUAÇU - UNIG desde 2008, Farmacêutico Industrial - CRFRJ 7275. licenciatura em Química - CRQ 3ª região 03112170. Advogado - OAB-RJ 255.465, Pós-graduação em análises clínicas. 

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Publicado

2026-06-09

Como Citar

Silva, R. L. da, Andrade, L. G. de, & Baiense, A. S. R. (2026). USO RACIONAL DE ANTI-INFLAMATÓRIOS NÃO ESTEROIDAIS (AINES): RISCOS, BENEFÍCIOS E ESTRATÉGIAS DE OTIMIZAÇÃO. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(6). https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.27580